Qual é o melhor horário para levantar a partir dos 60 anos, segundo especialistas

Mudanças naturais no corpo podem influenciar a rotina de descanso e revelar um detalhe importante sobre disposição

Layne Brito -
Qual é o melhor horário para levantar
(Foto: Reprodução/Pexels)

Chegar aos 60 anos costuma trazer transformações perceptíveis na rotina. Algumas pessoas passam a sentir sono mais cedo, outras acordam antes do despertador e há quem perceba que as noites já não são tão profundas como antes.

Essas mudanças não acontecem por acaso. Com o envelhecimento, o relógio biológico pode sofrer alterações, fazendo com que o corpo antecipe o horário de dormir e também o momento de despertar.

Segundo especialistas, não existe um horário perfeito e obrigatório para todas as pessoas acima dos 60 anos.

No entanto, acordar entre 6h e 7h30 costuma ser considerado uma boa faixa para muitos idosos, principalmente porque coincide com as primeiras horas de luz natural.

Essa exposição à claridade pela manhã ajuda a regular o relógio biológico, nome dado ao ciclo interno que organiza sono, fome, energia e disposição ao longo do dia.

Quando esse ciclo funciona melhor, a tendência é que a pessoa tenha mais estabilidade na rotina.

Apesar disso, o horário de levantar só faz sentido quando vem acompanhado de uma noite reparadora.

Especialistas reforçam que pessoas mais velhas continuam precisando dormir bem, geralmente entre sete e nove horas por noite, dependendo das necessidades individuais.

Por isso, acordar cedo não deve ser visto como regra absoluta. Se a pessoa dormiu tarde, teve insônia ou acordou várias vezes durante a madrugada, levantar muito cedo pode aumentar o cansaço, a irritação e a sonolência durante o dia.

Manter horários regulares, evitar telas antes de dormir, reduzir cafeína à noite e buscar luz natural pela manhã são hábitos que podem ajudar o corpo a encontrar um ritmo mais saudável.

Também é importante observar sinais de alerta. Roncos intensos, falta de ar durante o sono, insônia frequente, sonolência excessiva ou mudanças bruscas no padrão de descanso devem ser avaliados por um profissional de saúde.

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Layne Brito

Estudante de jornalismo na Universidade Evangélica de Goiás (UniEVANGÉLICA) e engenheira agrônoma, curiosa e sempre em busca de aprender, observar e contar histórias.

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