Adeus, tijolo comum: alternativa importada da Europa reduz o calor dentro de casa e vira tendência nas obras

Material leve e com isolamento térmico superior começa a ganhar espaço entre construtores que buscam mais conforto e eficiência nas novas edificações

Layne Brito -
Brasil troca tijolo baiano por bloco
(Foto: Reprodução/Captura de tela/Youtube)

Na hora de construir, muita gente acaba escolhendo os materiais mais tradicionais quase no automático.

O tijolo baiano, por exemplo, ainda é uma das opções mais comuns nas obras brasileiras, principalmente por ser conhecido, acessível e presente em praticamente qualquer depósito de construção.

No entanto, conforme a construção civil passa a buscar alternativas mais rápidas, leves e eficientes, outros materiais começam a ganhar espaço.

Entre eles está o bloco de concreto celular, uma opção que já é utilizada em países como Alemanha e Suécia e tem chamado atenção também no Brasil.

Brasil troca tijolo baiano por bloco

(Foto: Reprodução/Captura de tela/Youtube)

O diferencial desse tipo de bloco está na composição.

Ele possui pequenas bolhas de ar em sua estrutura, o que deixa o material mais leve do que opções tradicionais e ajuda a melhorar o desempenho térmico das paredes.

Na prática, isso pode fazer diferença no conforto dentro de casa.

Como o bloco contribui para reduzir a troca de calor entre o ambiente externo e interno, os cômodos tendem a ficar menos quentes em dias de temperatura elevada.

Com isso, o uso de ventilador ou ar-condicionado pode ser menor em alguns casos, ajudando também na conta de energia.

Outro ponto que chama atenção é o peso da obra.

Por ser mais leve, o bloco de concreto celular pode reduzir a carga sobre a estrutura da construção, o que facilita algumas etapas do projeto e pode tornar o processo mais ágil.

Além disso, o material costuma ser mais fácil de cortar, encaixar e manusear, permitindo acabamentos mais precisos.

Isso pode ajudar a diminuir desperdícios e melhorar o rendimento durante a execução da obra.

Apesar das vantagens, a troca do tijolo baiano pelo bloco de concreto celular não deve ser feita sem planejamento.

O material precisa ser escolhido conforme o tipo de construção, o projeto estrutural, o orçamento disponível e as condições do local.

Por isso, antes de apostar na novidade, o ideal é consultar um engenheiro, arquiteto ou profissional da área.

Quando bem especificado, o bloco pode ser uma alternativa interessante para quem busca uma casa mais confortável, uma obra mais leve e melhor eficiência no dia a dia.

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Layne Brito

Estudante de jornalismo na Universidade Evangélica de Goiás (UniEVANGÉLICA) e engenheira agrônoma, curiosa e sempre em busca de aprender, observar e contar histórias.

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