A árvore que virou tendência nos jardins porque não suja, aguenta sol forte e não quebra o piso
Bonita, resistente e fácil de cuidar, essa árvore conquistou espaço no paisagismo urbano por reunir flores exuberantes e características que facilitam a manutenção

Escolher a árvore certa para jardins e calçadas vai muito além da estética. Além de valorizar o imóvel, a espécie precisa conviver bem com o espaço urbano, crescer de forma equilibrada e não causar problemas estruturais ao longo dos anos.
Por isso, árvores de pequeno porte e baixa manutenção têm conquistado cada vez mais espaço no paisagismo.
Ao mesmo tempo, cresce a procura por plantas que suportem o clima brasileiro sem exigir cuidados constantes. Nesse cenário, uma espécie asiática se tornou uma das preferidas de paisagistas e moradores.
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Ela combina floração intensa, resistência ao calor e características que facilitam o cultivo tanto em residências quanto em áreas públicas.
O que faz o Resedá ser uma das árvores mais indicadas para calçadas
O Resedá conquistou popularidade porque reúne beleza e praticidade. Sua principal vantagem está no sistema radicular.
As raízes crescem de forma profunda e vertical, reduzindo o risco de rachaduras em calçadas, pisos, muros e até no asfalto.
Além disso, a árvore produz pouca sujeira. Diferentemente de outras espécies ornamentais, ela não libera grandes quantidades de folhas e pétalas durante o ano. Assim, a necessidade de limpeza diária diminui consideravelmente.
Outro diferencial é sua excelente adaptação ao sol pleno. O Resedá suporta altas temperaturas e se desenvolve muito bem nas condições do clima tropical brasileiro.
Por isso, ele se mantém saudável mesmo em locais com forte incidência solar.
Seu porte também favorece o uso em áreas urbanas. A árvore pode atingir cerca de seis metros de altura e responde muito bem às podas de condução. Dessa forma, a copa permanece organizada, sem comprometer a passagem de pedestres ou a rede elétrica.
Durante os meses mais quentes, a planta oferece um verdadeiro espetáculo visual. Seus cachos densos de flores aparecem em tons de rosa, lilás e branco, transformando jardins e calçadas em ambientes muito mais coloridos.
Como plantar e manter o Resedá sempre saudável
O primeiro passo é escolher um local ensolarado. Quanto maior a incidência de luz, mais intensa será a floração. Calçadas voltadas para o norte ou para o leste costumam oferecer as melhores condições para o desenvolvimento da espécie.
Após o plantio, as regas devem ser frequentes. Essa etapa ajuda a muda a formar raízes fortes e bem estabelecidas.
Depois de adulta, porém, a árvore passa a tolerar períodos moderados de seca com facilidade.
A poda também desempenha um papel importante. Nos primeiros anos, o ideal é conduzir o tronco principal para que cresça de maneira reta.
Ao mesmo tempo, a remoção das brotações mais baixas favorece a formação de uma copa elegante e elevada.
No inverno, recomenda-se realizar uma poda leve de limpeza. Esse procedimento elimina galhos secos, fracos ou cruzados e prepara a planta para um novo ciclo de floração.
Outro cuidado importante envolve a adubação. Uma aplicação anual de adubo orgânico rico em fósforo, preferencialmente antes da primavera, estimula uma floração mais intensa e duradoura.
Embora seja bastante resistente, o Resedá pode sofrer ataques de pulgões nas brotações novas. Quando isso acontece, o uso de inseticidas naturais costuma controlar o problema sem prejudicar a planta ou o meio ambiente.
Benefícios para o paisagismo urbano
Originário da Ásia, onde é cultivado há muitos anos em países como China, Japão e Coreia, o Resedá encontrou no Brasil condições ideais para seu desenvolvimento.
Além de embelezar os espaços, a árvore proporciona conforto térmico. Sua copa cria áreas de sombra que ajudam a reduzir a temperatura ao redor das fachadas e dos jardins.
Como consequência, os ambientes externos ficam mais agradáveis durante os dias quentes.
Por reunir floração exuberante, resistência, baixa manutenção e raízes pouco agressivas, o Resedá continua ganhando espaço em projetos de paisagismo.
A espécie mostra que é possível unir beleza, funcionalidade e praticidade em uma única árvore.
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