Adeus, azulejo de banheiro: revestimento sem rejunte que não acumula mofo vira tendência em 2026, segundo arquitetos

Revestimento contínuo pode cobrir azulejos antigos, reduzir obra e facilitar a limpeza diária em banheiros sujeitos à umidade

Gustavo de Souza -
Adeus, azulejo de banheiro: revestimento sem rejunte que não acumula mofo vira tendência em 2026, segundo arquitetos
(Foto: Reprodução)

A busca por banheiros mais limpos, modernos e fáceis de manter colocou um material no radar de arquitetos e reformadores em 2026.

O microcimento, conhecido pelo acabamento contínuo e sem rejunte aparente, tem ganhado espaço justamente onde o azulejo tradicional costuma mostrar sinais de desgaste: nas juntas.

Um levantamento da NKBA | KBIS, baseado em quase 700 especialistas do setor, indica que os banheiros devem avançar para soluções mais personalizadas, funcionais e ligadas ao bem-estar.

Nesse cenário, publicações de arquitetura já apontam o microcimento como uma das superfícies em alta para o ano.

Por que ele substitui o azulejo

A principal vantagem está na aplicação. De acordo com a Topciment, empresa especializada no revestimento, o microcimento pode ser aplicado diretamente sobre azulejos antigos, desde que a base esteja firme, limpa e regularizada.

Como forma uma superfície contínua, o acabamento reduz áreas de acúmulo de sujeira, umidade e bolor, problema comum nos rejuntes. Também permite efeitos sóbrios, com tons neutros, textura mineral e visual próximo ao de spas contemporâneos.

Cuidados antes de aplicar

Apesar da aparência simples, a instalação exige mão de obra especializada. O processo inclui avaliação dos azulejos, limpeza profunda, preenchimento das juntas, aplicação de primer, uso de malha de fibra de vidro e selagem final.

Em áreas molhadas, como box e piso de banheiro, a impermeabilização é decisiva. Sem preparo correto, as juntas podem voltar a marcar o revestimento, comprometendo o resultado.

Para quem deseja reformar sem quebra-quebra, o microcimento surge como uma das soluções mais fortes de 2026. Menos rejunte, menos excesso visual e mais praticidade explicam por que o antigo azulejo pode perder espaço nos próximos projetos.

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Gustavo de Souza

Estudante de jornalismo na Universidade Federal de Goiás (UFG) e repórter do Portal 6.

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