Dona Lurdes Maria, dona de casa: “Meu fogão estava com a chama fraca; desentupi de forma fácil e rápida sem precisar chamar o técnico”

Problema comum na cozinha pode ser resolvido com um cuidado simples, mas exige atenção para evitar riscos dentro de casa

Layne Brito -
Meu fogão estava com a chama fraca
(Foto: Captura de tela/YouTube)

A rotina na cozinha costuma revelar pequenos problemas antes que eles se tornem dor de cabeça. A panela demora mais para aquecer, o café leva uma eternidade para subir e a chama, antes forte e azulada, começa a sair fraca, irregular ou falhando.

Foi o que aconteceu com Dona Lurdes Maria, dona de casa, ao perceber que uma das bocas do fogão já não funcionava como antes.

Em vez de chamar um técnico logo de cara, ela decidiu olhar com calma para o aparelho e descobriu que o problema podia estar em algo bem mais simples: sujeira acumulada nos furinhos do queimador.

O caso é comum. Restos de comida, gordura, água do cozimento e até produtos de limpeza podem se acumular na boca do fogão.

Com o tempo, essa camada impede a saída correta do gás e faz a chama perder força.

Antes de qualquer limpeza, o primeiro cuidado é desligar o fogão, esperar esfriar completamente e fechar o registro do gás.

Essa etapa é essencial para evitar acidentes dentro de casa.

Depois, basta retirar as grades e as peças soltas da boca do fogão.

Com uma esponja macia, detergente neutro e um pano úmido, é possível remover a gordura acumulada na superfície.

Em seguida, os furinhos do queimador devem ser limpos com delicadeza.

O truque usado por Dona Lurdes foi passar uma agulha fina ou um arame próprio para limpeza nos pequenos orifícios por onde a chama sai.

O movimento precisa ser leve, apenas para retirar resíduos presos, sem forçar ou alargar os furinhos.

Após a limpeza, todas as peças devem ser bem secas antes de voltar ao lugar.

Esse detalhe faz diferença, porque a umidade também pode atrapalhar o acendimento e deixar a chama falhando nos primeiros minutos.

Quando tudo estiver encaixado corretamente, o registro pode ser aberto novamente e o teste deve ser feito com atenção.

A chama ideal costuma ser firme, estável e azulada.

Se ela continuar fraca, amarela, torta ou se houver cheiro de gás, o ideal é não insistir.

Nesses casos, o problema pode envolver mangueira, regulador, instalação ou peças internas, e a assistência técnica deve ser acionada.

No fim, a experiência de Dona Lurdes mostra que nem toda chama fraca é sinal de defeito grave.

Muitas vezes, uma limpeza simples resolve. Mas, quando o assunto envolve gás, praticidade nunca deve vir antes da segurança.

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Layne Brito

Estudante de jornalismo na Universidade Evangélica de Goiás (UniEVANGÉLICA) e engenheira agrônoma, curiosa e sempre em busca de aprender, observar e contar histórias.

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