O erro mais comum que queima a resistência do chuveiro e aumenta a conta de luz, segundo técnicos
Um hábito diário aparentemente inofensivo pode trazer consequências inesperadas para milhares de residências brasileiras hoje

Muitos consumidores acreditam que a queima da resistência do chuveiro acontece apenas por desgaste natural, mas técnicos em instalações elétricas afirmam que um dos erros mais comuns é mudar a chave de temperatura enquanto a água ainda está passando em modelos de chuveiros convencionais.
Essa prática pode provocar faíscas nos contatos internos, acelerar o desgaste da resistência e reduzir a vida útil do equipamento. A recomendação vale para os modelos com seletor tradicional, já que apenas os chuveiros eletrônicos foram projetados para permitir o ajuste da temperatura durante o banho.
Outro hábito frequente que também contribui para o problema é reduzir demais a vazão da água para tentar deixá-la mais quente. Com menos água circulando, a resistência recebe menor resfriamento durante o funcionamento, trabalha em temperatura mais elevada e fica mais sujeita ao superaquecimento.
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Além de aumentar o risco de queima da peça, essa prática leva muitas pessoas a prolongarem o tempo do banho, elevando o consumo de energia elétrica e refletindo diretamente na conta de luz.
Como evitar
Os especialistas orientam que a troca da temperatura seja feita com o registro fechado, quando o chuveiro estiver desligado, nos modelos convencionais.
Também recomendam utilizar a posição de aquecimento adequada para cada estação do ano, evitar banhos muito longos e manter a vazão de água dentro do funcionamento normal do aparelho.
Em caso de troca da resistência, é importante abrir o registro antes de ligar a energia para garantir que a peça esteja completamente coberta por água, evitando danos imediatos.
Economia garantida
Além de preservar a resistência, o uso correto do chuveiro ajuda a reduzir o desperdício de energia e diminui a necessidade de manutenção.
Técnicos lembram que instalações elétricas compatíveis com a potência do aparelho, aterramento adequado e revisões periódicas também contribuem para um funcionamento mais seguro.
Com medidas simples no dia a dia, o consumidor consegue aumentar a durabilidade do equipamento e evitar gastos inesperados com substituições e consumo excessivo de eletricidade.
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