Com fábrica no Daia, dona da Vitamedic quer alcançar faturamento de R$ 10 bilhões

Grupo empresarial goiano investe na expansão industrial em Anápolis e pretende quase triplicar a receita nos próximos oito anos

Denilson Boaventura Denilson Boaventura -
Com fábrica no Daia, dona da Vitamedic quer alcançar faturamento de R$ 10 bilhões
Vitamedic, em Anápolis. (Foto: Divulgação)

O Grupo José Alves, responsável pela indústria farmacêutica Vitamedic, instalada no Distrito Agroindustrial de Anápolis (Daia), estabeleceu uma meta bilionária para os próximos anos: alcançar R$ 10 bilhões em faturamento até 2034.

O conglomerado, que também atua na fabricação de produtos da Coca-Cola em Goiás, encerrou 2025 com receita de R$ 3,7 bilhões e projeta atingir R$ 4,4 bilhões ainda em 2026.

Para chegar ao novo patamar, a empresa aposta principalmente na expansão de suas indústrias, incluindo a operação da Vitamedic em Anápolis, onde foram realizados investimentos em novas linhas de produção.

Investimentos no Daia

Uma das principais apostas do grupo é a fábrica de suplementos e vitaminas da Vitamedic, inaugurada em 2025 no Daia.

A unidade integra um ciclo de investimentos de R$ 100 milhões, dos quais R$ 70 milhões foram destinados à nova operação, voltada principalmente à produção de suplementos da marca Trustfuel.

A fábrica tem capacidade instalada para produzir 1,5 milhão de unidades comerciais por mês, incluindo cápsulas, comprimidos, suplementos em pó e outros produtos.

Além disso, a Vitamedic anunciou R$ 55 milhões em projetos de pesquisa e desenvolvimento, buscando ampliar a atuação para novos segmentos do mercado farmacêutico.

Grupo atua em diferentes setores

Fundado em 1962, o Grupo José Alves completou 64 anos no início de outubro e atualmente reúne 12 empresas em nove segmentos da economia.

Além da Vitamedic, o conglomerado mantém negócios nos setores de bebidas, produtos de limpeza, educação, tecnologia e mercado imobiliário.

Com operações em dez estados, emprega mais de 7 mil pessoas e já investiu aproximadamente R$ 1,3 bilhão desde o início desta década.

A expectativa é que a ampliação da produção industrial, inclusive em Anápolis, contribua para elevar o faturamento dos atuais R$ 3,7 bilhões para R$ 10 bilhões até 2034.

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Denilson Boaventura

Denilson Boaventura

Graduado em Comunicação Social com habilitação em Publicidade e Propaganda pela Universidade Federal de Goiás (UFG). Especialista em Marketing, Estratégia e Inovação Digital pelo Centro Universitário Araguaia (UniAraguaia).

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