SAMU libera novo serviço: ambulâncias agora podem ser solicitadas em poucos minutos pelo WhatsApp

Canais digitais como WhatsApp e aplicativos passam a integrar o acionamento do SAMU em determinadas cidades

Gustavo de Souza -
SAMU libera novo serviço: ambulâncias agora podem ser solicitadas em poucos minutos pelo WhatsApp
(Foto: Reprodução/Rovena Rosa/Agência Brasil)

O acesso ao atendimento de urgência começa a ganhar novos caminhos no Brasil. Em algumas cidades, o tradicional telefone 192 já divide espaço com canais digitais, como aplicativos e o WhatsApp, que permitem iniciar o pedido de socorro de forma mais rápida e intuitiva.

A proposta é reduzir barreiras no primeiro contato com o serviço e agilizar o fluxo de informações até a central. Ainda assim, especialistas e órgãos oficiais reforçam que o envio de ambulâncias continua condicionado à avaliação médica, mantendo o modelo de regulação como etapa essencial do atendimento.

Opções digitais ampliam o acesso

Em Salvador, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) já pode ser acionado também via WhatsApp, pelo número (71) 3143-5630. O atendimento começa com o envio de uma mensagem inicial e, em seguida, o cidadão é direcionado para a central, onde ocorre a triagem conduzida por profissionais de saúde.

A iniciativa busca ampliar o acesso, sobretudo em situações em que a ligação tradicional não é viável. Além disso, o canal digital contribui para reduzir trotes e organizar melhor o fluxo de atendimentos, segundo informações da própria prefeitura.

No Espírito Santo, a inovação segue por outro caminho. O governo estadual lançou o aplicativo 192 Fácil, disponível nas principais lojas virtuais. A ferramenta permite acionar o SAMU com envio automático da localização do usuário, o que pode acelerar o direcionamento das equipes, principalmente em áreas de difícil identificação.

Rapidez sem abrir mão da segurança

Apesar da modernização, o funcionamento do SAMU segue baseado em critérios técnicos. Após o contato inicial, independente do canal utilizado para tal, o caso é avaliado por um médico regulador, responsável por definir a conduta mais adequada.

Isso significa que nem todo chamado resulta no envio imediato de uma ambulância. Dependendo da situação, o cidadão pode receber orientações por telefone ou ser encaminhado a outra unidade de saúde, garantindo que os recursos sejam utilizados de forma eficiente.

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Gustavo de Souza

Estudante de jornalismo na Universidade Federal de Goiás (UFG) e estagiário do Portal 6.

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