Lojas de celulares entram na mira de mega operação nacional em Goiás
Ação, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, também apura comércio clandestino de TV Box

Três lojas de celulares em Goiás foram alvo de uma operação nacional voltada ao combate à venda de aparelhos de origem irregular. As informações sobre a ação, realizada na quinta-feira (17), foram divulgadas nesta sexta-feira (18).
A fiscalização também apura o comércio clandestino de equipamentos como TV Box e contou com a participação de oito servidores da Receita Federal no estado.
Até o momento, não foram divulgados os nomes dos estabelecimentos nem os municípios onde eles estão localizados.
Batizada de Última Chamada, a operação é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública e busca identificar pontos que possam estar comercializando celulares roubados, furtados, importados irregularmente ou com pendências fiscais.
Durante as abordagens, as equipes verificam a procedência dos produtos e a documentação relacionada aos aparelhos encontrados. A intenção é também interromper a cadeia de comercialização de celulares que chegam ao mercado após crimes patrimoniais.
A nova etapa acontece após uma primeira fase que, segundo o Governo Federal, resultou na recuperação de quase 10 mil celulares em diferentes estados brasileiros. Na ocasião, 396 pessoas foram presas em flagrante.
Desde terça-feira (15), quando a atual fase teve início, 241 estabelecimentos comerciais foram fiscalizados em 15 estados. Ao todo, 783 celulares foram recuperados e 14 pessoas acabaram presas em flagrante.
A operação continua sendo realizada em diferentes pontos do país.

Ação contou com participação da Receita Federal. (Foto: Divulgação)
Produtos falsificados em Goiânia
A ação ocorre na mesma semana em que lojas de eletrônicos e roupas entraram na mira de outra fiscalização em Goiânia, desta vez por suspeita de venda de produtos falsificados como se fossem originais.
Na quarta-feira (16), uma operação do Procon Goiás, em parceria com a Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Contra o Consumidor (Decon), apreendeu mais de 8 mil itens em dois estabelecimentos da capital.
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