Cliente denuncia que foi proibida de tirar foto em restaurante de Goiânia
Funcionária do estabelecimento teria informado que o aparelho caracterizaria uma produção e que seria necessário formalizar autorização

Uma câmera fotográfica na mão foi o suficiente para transformar uma simples foto em uma situação inusitada para uma influenciadora em Goiânia.
A empresária e criadora de conteúdo Angie Pinheiro afirma que foi impedida de usar o equipamento dentro de um restaurante da capital. O episódio aconteceu no dia 3 de setembro, enquanto ela jantava acompanhada da cunhada e da sogra.
Segundo Angie, em determinado momento ela saiu do salão principal e procurou um espaço mais afastado das mesas para fazer uma foto. A ideia de ir até um lugar afastadofoi justamente para evitar que o flash ou a movimentação incomodassem quem estava jantando no ambiente.
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Foi então que pediu para a cunhada fotografá-la e retirou uma câmera da bolsa. Antes que conseguisse fazer o registro, porém, uma funcionária responsável pelas reservas teria feito a abordagem.
“Moça, se você quiser tirar foto, você pode, mas não com a câmera”, teria dito.
Surpresa, Angie perguntou o motivo. De acordo com o relato, a explicação foi de que o estabelecimento considerava registros feitos com câmera fotográfica como um “ensaio fotográfico”, o que exigiria a assinatura de um termo e de um contrato.
Com o celular, por outro lado, a fotografia estaria liberada.
“Eu fiquei incrédula, sem acreditar, realmente, porque frequento vários restaurantes em Goiânia e nunca tinha me acontecido isso”, desabafou.
A influenciadora também questionou a ausência de uma comunicação prévia sobre a regra. Segundo ela, não havia qualquer aviso visível no estabelecimento e a condição também não teria sido informada no momento da reserva.
“Quando você entra no restaurante, não tem uma placa avisando. Quando você senta ou quando você reserva também não tem essa placa avisando”, afirmou.
Repercussão
Angie publicou o desabafo nas redes sociais no dia 4 de setembro, e o episódio acabou provocando uma discussão entre os seguidores.
Nos comentários, uma internauta afirmou que situações semelhantes estariam acontecendo em cafeterias de Goiânia. Segundo ela, alguns estabelecimentos exigiriam reserva específica e pagamento para registros feitos com câmera.
“Um absurdo”, resumiu outra seguidora.
Também houve quem ponderasse que estabelecimentos privados podem estabelecer regras próprias para utilização dos espaços, enquanto outros internautas questionaram a diferença entre uma fotografia pessoal feita com câmera e aquela realizada com um celular.
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