Os cortes que parecem caros, mas custam menos e ficam excelentes no churrasco, segundo açougueiro famoso

Nomes pouco familiares podem dar impressão de carnes premium, mas algumas opções escondem uma origem bem mais conhecida no balcão

Leticia Teixeira Leticia Teixeira -
bife do vazio
(Foto: Reprodução)

Alguns cortes que parecem caros, mas custam menos podem ser uma saída para quem quer variar o churrasco sem partir diretamente para picanha, ancho ou outras opções mais valorizadas. E alguns deles são recomendados por um dos açougueiros mais conhecidos das redes sociais brasileiras.

Domingos Neto, o Netão, é açougueiro, churrasqueiro, empresário e proprietário da Bom Beef. Ao falar sobre carnes para a churrasqueira, ele já destacou opções menos óbvias que unem sabor, maciez e preços potencialmente mais acessíveis.

  • Bife do vazio

O nome pode lembrar um corte especial de boutique, mas Netão aponta o bife do vazio como uma alternativa ainda subestimada.

Segundo o açougueiro, trata-se de uma carne macia, pouco popular e com preço mais acessível. A recomendação é justamente utilizá-la na churrasqueira quando a intenção é fugir das escolhas tradicionais.

  • Baby beef

Outro nome que parece sofisticado é o baby beef.

O corte, porém, vem da alcatra. Netão explica que essa região pode render diferentes peças e descreve o baby beef como uma porção com camada de gordura, característica interessante para quem gosta de carne preparada na brasa.

O profissional também o inclui entre as alternativas saborosas para variar o churrasco sem ficar restrito à picanha.

  • Miolo da alcatra

O miolo da alcatra completa as indicações do açougueiro.

Apesar de aparecer em cortes com apresentações e nomes diferentes, ele faz parte de uma peça bastante conhecida pelos brasileiros. Netão também recomenda essa região para quem procura opções saborosas para a grelha.

Da própria alcatra ainda podem sair maminha, bombom, baby beef e o chamado steak do açougueiro, dependendo da divisão da peça.

Assim, conhecer a origem desses cortes que parecem caros, mas custam menos pode ajudar na conversa com o açougueiro. Em alguns casos, perguntar pela peça de origem ou por uma alternativa equivalente permite encontrar uma carne interessante sem pagar apenas pela fama do nome.

Os preços, porém, variam bastante conforme cidade, estabelecimento, raça do animal, acabamento e qualidade da carne. Por isso, vale comparar o valor por quilo antes de decidir.

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Leticia Teixeira

Leticia Teixeira

Estudante de Jornalismo e estagiária do Portal 6. É curiosa, apaixonada por comunicação e está sempre em busca de aprender, observar e contar boas histórias.

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