Moradora de Anápolis se revolta ao ir ao supermercado e sair com apenas 3 sacolinhas após pagar quase R$ 400: “Pouquíssimas coisas. Tem lógica?”

Jackelyne Macedo compartilhou a indignação nas redes sociais ao mostrar o valor de uma compra e questionar os preços encontrados nas prateleiras

Gabriel Yuri Souto Gabriel Yuri Souto -
Moradora de Anápolis mostrou o valor de R$ 440 após sair do supermercado com três sacolinhas. (Foto: Reprodução / Instagram @jackymacedoo)
Moradora de Anápolis mostrou o valor de R$ 440 após sair do supermercado com três sacolinhas. (Foto: Reprodução / Instagram @jackymacedoo)

Uma ida ao supermercado terminou em indignação para uma moradora de Anápolis, que recorreu às redes sociais para reclamar do valor pago por uma pequena quantidade de produtos.

Com apenas três sacolinhas nas mãos, Jackelyne Macedo mostrou o comprovante de uma compra de R$ 440 e questionou o custo dos alimentos.

“Gente, a gente tá falando das compras, três sacolinhas… Olha isso aqui: R$ 440, alguns leites condensados, pouquíssimas coisas… Sem lógica! Olha isso”, desabafou em um vídeo publicado nos Stories do Instagram.

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Nas imagens, a moradora mostra o cupom fiscal e as sacolas que conseguiu carregar nas mãos. A quantidade de mercadorias, segundo ela, não correspondia ao valor desembolsado no caixa.

“R$ 400 em três sacolinhas de mercado que carrego nas mãos. É impossível ignorar o que estamos vivendo”, escreveu na publicação.

Jackelyne também criticou a situação econômica do país. “O Brasil precisa mudar, não dá para continuar achando normal o absurdo virar rotina. Não tem condições”, completou.

Preço do tomate também chamou atenção

Em outra publicação, a anapolina fotografou tomates expostos em um supermercado e voltou a demonstrar preocupação com os preços.

Desta vez, mencionou o valor de R$ 14 e fez uma previsão pessimista sobre o custo do produto.

“Se não houver mudança no nosso país, daqui a pouco o tomate que hoje custa R$ 14 vai custar R$ 53 fácil”, escreveu.

A declaração representa uma opinião pessoal da moradora, sem indicação de levantamento que sustente a previsão.

O desabafo ocorre em um contexto de oscilações nos preços dos alimentos. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou alta de 0,82% em setembro de 2026, depois de uma queda de 0,32% em agosto.

Já na prévia da inflação de setembro, o grupo de alimentação e bebidas apresentou alta de 1,04% na região de Goiânia, conforme o IPCA-15.

Apesar disso, os indicadores representam médias de preços e não permitem avaliar isoladamente se a compra de Jackelyne ficou mais cara do que em períodos anteriores.

O episódio evidencia, sobretudo, a insatisfação da consumidora ao comparar o dinheiro gasto com o volume de produtos que levou para casa.

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Gabriel Yuri Souto

Gabriel Yuri Souto

Formado em Marketing, é especialista em SEO e estratégias de crescimento de audiência. Atua na produção de conteúdo digital, com foco em posicionamento nos mecanismos de busca, análise de desempenho e desenvolvimento de pautas orientadas por dados.