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O que já se sabe sobre o atentado a bala que matou Fábio Escobar

Empresário anapolino tinha passagens pela polícia e muitos adversários na política

Da Redação Da Redação -
(Foto: Reprodução / Redes Sociais)

Equipes do Grupo de Investigação de Homicídios (GIH) estão nas ruas de Anápolis, nesta quinta-feira (24), realizando diligências para buscar mais informações sobre a execução do empresário Fábio Alves Escobar Cavalcante, de 38 anos.

A informação foi confirmada ao Portal 6 pelo próprio órgão, que afirmou ter iniciado a apuração dos fatos ainda na noite de ontem (23), quando a vítima foi alvo de um atentado a bala.

O GIH também explicou que, por hora, os detalhes da investigação deverão ser mantidos sob sigilo, para que o trabalho não seja prejudicado.

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Fábio Escobar, como era conhecido, está sendo velado no salão da Floricultura Fiori, em frente ao Cemitério São Miguel, no Centro da cidade, e deverá ser sepultado no início da tarde, no distrito de Interlândia.

O caso

A morte do empresário foi registrada por volta de 19h, depois que um taxista chegou às pressas com ele no Hospital Municipal Jamel Cecílio já ferido.

A vítima tinha contratado o profissional para levá-lo em uma lavanderia na qual estaria interessado em comprar. Chegando lá, porém, foram recebidos com os tiros, que partiram de um veículo desconhecido.

Como já estavam perto do hospital, o taxista, que não se feriu, decidiu colocar Fábio dentro do carro e levá-lo para receber atendimento médico. Os criminosos conseguiram fugir.

Histórico complicado

Desde 2016, Fábio Escobar precisou passar várias vezes pela Central de Flagrantes da Polícia Civil ao ser denunciado por crimes como calúnia, injúria, ameaça, lesão corporal dolosa e violência doméstica.

Em um dos casos mais antigos, ele teria desacatado policiais militares durante uma abordagem em um bar da cidade e, no momento do encaminhamento para delegacia, danificado uma viatura com chutes.

O empresário, que era ligado à política e teria uma série de adversários, também denunciou nos últimos anos alguns episódios em que teria sido vítima de ameaças de morte, estelionato e jogos de azar com prejuízo superior a R$ 300 mil.

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