UFG alcança índice de excelência inédito e fica entre as 3% melhores universidades do país

Resultado reflete números da graduação, mestrado e doutorado oferecidos pela instituição

Natália Sezil Natália Sezil -
UFG
Reitoria da UFG. (Foto: UFG)

A Universidade Federal de Goiás (UFG) conquistou conceituação máxima no último levantamento do Índice Geral de Cursos (IGC) e ocupou, com isso, no grupo seleto das 3% melhores universidades do Brasil.

O feito – do qual apenas 66 Instituições de Ensino Superior (IES) podem se gabar este ano – é inédito para a universidade goiana, que alcançou posição na faixa 5 do IGC.

O índice reflete a qualidade dos cursos de graduação, mestrado e doutorado oferecidos pela UFG.

Também considera que a instituição tem elevada qualificação do corpo docente, projetos pedagógicos consistentes e reconhecimento na pesquisa e na formação avançada.

Para a reitora da UFG, Angelita Pereira de Lima, a conquista é resultado de movimentos de longo prazo, refletindo o foco no que é considerado mais importante na instituição: a junção entre ensino, pesquisa e extensão.

Segundo a gestora, a UFG apresenta tendência crescente no IGC desde 2015 – o que também é defendido pelo Pró-reitor de Graduação, Israel Trindade, que aponta: “isso tudo sinaliza que a tendência é a UFG se consolidar na faixa máxima de excelência”.

Para o Pró-reitor de Pós-graduação da universidade, Felipe Terra Martins, a conquista significa, além da tendência de crescimento, que o interesse na carreira científica também tem aumentado dentro da instituição.

“Isso pode ser visto como fruto da recuperação de interesse na pesquisa e na carreira científica, com o fim da pandemia e o retorno das políticas públicas federais de incentivo à pesquisa e inovação”, defende.

Sobre o Índice Geral de Cursos

O levantamento é feito pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) – também responsável pela organização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), por exemplo.

Para alcançar a métrica final, o índice considera desde o início do curso ao final dele. Um dos números considerados para isso é o Indicador de Diferença entre os Desempenhos Observado e Esperado (IDD) – que compara resultados de egressos e ingressantes.

O ENADE – Exame Nacional de Desempenho de Estudantes, prova escrita feita por estudantes concluintes – e os Conceitos de Qualidade dos Cursos (CPCs) também são considerados, bem como a internacionalização dos alunos.

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