Dona de clínica do Setor Bueno está em maus lençóis após caso de racismo
Caso está na Polícia Civil e deve ser encaminhado para o Ministério Público

Uma senhora de 74 anos e a filha dela, de 40, foram no final de setembro vítimas de racismo em uma famosa clínica de imagem situada em uma movimentada avenida do Setor Bueno, em Goiânia.
O caso, que já está na Polícia Civil, deve ter um novo desdobramento e chegar ao Ministério Público de Goiás (MPGO).
As duas mulheres foram ofendidas por um homem que se recusou a ceder o lugar para a idosa sentar.
Ele as chamou de “bando de velho macaco” e “desencarnados com odor forte”.
O agressor, que estava acompanhado da esposa, ainda disse para ela não se aproximar das vítimas porque “pelo de macaco é contaminado”.
A proprietária da clínica, que protegeu o racista, deve ter sérios problemas a partir de agora.
Além de se recusar a passar informações genéticas para as vítimas, ela minimizou o ocorrido e ainda tentou evitar que a polícia fosse chamada para registrar a ocorrência.
A empresária, segundo o relato da filha da idosa, teria dito que o homem “não matou, não roubou, não estuprou, não cometeu nenhum dano na clínica”.





