Prefeitura oferece incentivo de R$ 1.800 para quem trocar o Bolsa Família e entrar no mercado de trabalho
Pelo texto do projeto, até mil famílias poderão receber um auxílio mensal de R$ 300 durante seis meses, totalizando R$ 1.800 por beneficiário
Sair do Bolsa Família e conquistar um emprego formal pode representar um avanço importante, mas também um período de insegurança financeira. Pensando justamente nesse momento de transição, a Prefeitura de Criciúma apresentou um projeto que cria um incentivo financeiro para quem dá esse passo rumo ao mercado de trabalho.
A proposta, protocolada na Câmara de Vereadores pelo prefeito Vagner Espíndola (PSD), institui o Programa de Renda e Oportunidade Municipal para Ocupação, Valorização e Emprego (Promove). A iniciativa busca apoiar famílias que hoje dependem do Bolsa Família e passam a ter a renda alterada após a entrada em um emprego formal.
Pelo texto do projeto, até mil famílias poderão receber um auxílio mensal de R$ 300 durante seis meses, totalizando R$ 1.800 por beneficiário. O valor será pago de forma temporária, como complemento de renda, enquanto o cidadão se adapta à nova realidade financeira.
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Além do repasse em dinheiro, o programa prevê acompanhamento socioassistencial e estímulo à qualificação profissional, com foco na autonomia financeira e na permanência no mercado de trabalho. O objetivo é reduzir o risco de retorno à situação de vulnerabilidade social após o fim ou a redução do benefício federal.
Para ter acesso ao incentivo, o beneficiário deverá manter vínculo empregatício formal, residir em Criciúma e continuar buscando capacitação profissional. Caso perca o emprego e volte a receber integralmente o Bolsa Família, o auxílio municipal será automaticamente suspenso.
Segundo o prefeito, o projeto não substitui nem concorre com o programa do Governo Federal, funcionando como um apoio complementar durante um período crítico. “É uma política pública inovadora no âmbito municipal, pensada para garantir uma transição ordenada, segura e acompanhada, fortalecendo a permanência no mercado de trabalho formal”, afirmou Vagner Espíndola.
O projeto ainda será analisado e votado pelos vereadores. Somente após a aprovação é que o programa poderá entrar em vigor no município.
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