Economia na hora de preparar arroz: truque simples faz economizar até 30% na conta de gás

Técnica simples transforma hábito comum em vantagem econômica e reduz tempo no fogão significativamente

Magno Oliver Magno Oliver -
Economia na hora de preparar arroz: truque simples faz economizar até 30% na conta de gás
(Foto: Ilustração/Youtube/Nanusa Santos)

Em meio ao aumento recorrente do preço do gás de cozinha no Brasil, estratégias domésticas para reduzir o consumo energético têm ganhado espaço nas redes sociais e entre pessoas de vários lugares do país.

Uma técnica simples aplicada ao preparo do arroz promete reduzir significativamente o tempo de chama acesa no fogão e gerar economia que pode chegar a até 30% no consumo relacionado ao preparo desse item.

O método bombou no TikTok e consiste em desligar o fogo assim que o arroz atingir o ponto de fervura, mantendo a panela tampada e cobrindo-a com um pano de prato limpo para conservar o calor interno.

O processo utiliza o princípio do calor residual: mesmo após a chama ser desligada, a temperatura acumulada na água e na panela continua promovendo o cozimento por condução e retenção térmica.

Após cerca de 20 minutos, o arroz atinge textura macia e grãos soltos, sem necessidade de manter o gás ligado durante todo o tempo tradicional de cozimento.

Do ponto de vista técnico, a prática é coerente com fundamentos da termodinâmica aplicados à culinária. O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), indica que parte significativa do consumo de gás ocorre por manutenção desnecessária da chama após o alimento já ter acumulado calor suficiente para finalizar o preparo.

Ao reduzir o tempo ativo de combustão, diminui-se a queima de GLP (gás liquefeito de petróleo), impactando diretamente no consumo mensal.

Embora a economia exata varie conforme o tipo de fogão, a potência da chama e a quantidade preparada, especialistas em eficiência doméstica apontam que técnicas de aproveitamento do calor residual podem reduzir em torno de 20% a 30% o gasto específico no preparo de alimentos que exigem fervura contínua.

Além do impacto financeiro, a prática contribui para menor emissão indireta de gases associados à queima de combustíveis fósseis. Em tempos de orçamento apertado, pequenas mudanças na rotina da cozinha podem representar diferença significativa no fim do mês sem comprometer o sabor ou a qualidade do prato mais tradicional do país.

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Magno Oliver

Magno Oliver

Jornalista formado pela Universidade Federal de Goiás. Escreve para o Portal 6 desde julho de 2023.

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