Não é salmão, nem tilápia: o peixe apelidado de “picanha do mar” que virou patrimônio gastronômico de Santos
Peixe pouco conhecido conquista chefs e turistas com sabor e versatilidade únicos

Quando se fala em frutos do mar, nomes como salmão e tilápia dominam a lista de preferência.
No entanto, um peixe pouco conhecido vem conquistando cada vez mais espaço. Apelidado de “picanha do mar”, ele chamou atenção de chefs, moradores e turistas. Recentemente, a cidade de Santos reconheceu o peixe como patrimônio gastronômico.
O reconhecimento não foi por acaso. Sua carne firme, sabor marcante e versatilidade impressionam em pratos simples e receitas sofisticadas. Além disso, o peixe representa a pesca artesanal local.
Ele valoriza técnicas tradicionais e fortalece a identidade gastronômica da região.
Quem experimenta percebe que ele vai além do sabor. Ele simboliza tradição, cuidado com a pesca e sustentabilidade. Consumir esse peixe incentiva o uso consciente dos recursos marítimos. Também valoriza os pescadores locais, que preservam a qualidade do produto desde a captura até a mesa.
Características que conquistaram o título de “picanha do mar”
O apelido não é exagero. A carne é firme, suculenta e lembra cortes nobres de carne bovina. O sabor delicado agrada até os paladares mais exigentes. Essa combinação permite que o peixe seja versátil. Ele pode ser grelhado, assado, cozido ou transformado em ceviches e pratos elaborados.
A coloração e a consistência facilitam o preparo. Isso torna o peixe uma escolha prática para chefs e cozinheiros domésticos.
Ele adapta-se bem a diferentes métodos de cocção e mantém qualidade.
O peixe também mostra a importância da pesca sustentável. Pescadores capturam-no de forma artesanal, respeitando os ciclos naturais. Essa prática garante que futuras gerações ainda possam apreciá-lo. Por isso, Santos o reconheceu como patrimônio gastronômico.
Como a “picanha do mar” transforma a gastronomia local
O peixe conquistou espaço nos cardápios de restaurantes tradicionais e modernos. Ele atrai turistas e fortalece a economia local. Além disso, o peixe inspira festivais gastronômicos, eventos de degustação e concursos de receitas. Isso incentiva a criatividade culinária da cidade.
O peixe também valoriza a cultura marítima local. Ao destacar produtos típicos da região, chefs e comerciantes preservam tradições e reforçam a identidade cultural. Eles mostram a importância da pesca artesanal para a economia local.
Para quem prova a “picanha do mar”, a experiência vai além do sabor. É uma oportunidade de conhecer a cultura local, entender a relação entre sustentabilidade e gastronomia e valorizar produtos que carregam história.
No final, a “picanha do mar” prova que alimentos pouco conhecidos podem se tornar ícones regionais. Sua qualidade, tradição e sabor conquistam paladares e fortalecem a identidade local.
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