Banco Central faz comunicado para brasileiros que ainda guarda notas antigas de R$ 2 a R$ 100 em casa
Medida do Banco Central não exige troca imediata, mas faz notas antigas saírem de circulação quando passam pelos bancos

Quem ainda mantém notas antigas de real guardadas em casa não precisa correr ao banco. Apesar de uma norma do Banco Central ter reacendido o assunto, essas cédulas continuam válidas para pagamentos e transações. A mudança, na prática, acontece quando esse dinheiro volta ao sistema bancário.
A Instrução Normativa BCB nº 488, publicada em julho de 2024, determinou que instituições financeiras encaminhem as cédulas da primeira família do real à custódia, para posterior envio ao Banco Central, em vez de recolocá-las em circulação. A medida também inclui a nota comemorativa de R$ 10 em polímero, lançada em 2000.
Para o consumidor, o principal ponto é que o dinheiro antigo não perdeu valor. Ou seja, quem ainda tem essas cédulas pode usá-las normalmente no comércio, sem necessidade de troca imediata. O recolhimento ocorre apenas quando elas entram em agências, depósitos, pagamentos ou outras operações com numerário.
Na prática, isso significa que a população pode até continuar encontrando essas notas no dia a dia, mas com menos frequência. Aos poucos, elas tendem a desaparecer da circulação comum, porque deixam de retornar ao caixa dos bancos.
A primeira família do real foi lançada em 1994, no início do Plano Real. Desde então, o Banco Central passou a adotar versões mais modernas das cédulas, com recursos gráficos e elementos de segurança atualizados, além de melhorias de acessibilidade.
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