Secretaria da Economia diz que caso de candidato que tentou fraudar concurso de auditor é pontual e não compromete o certame
Pasta afirma que protocolos de segurança permitiram identificar tentativa durante aplicação da prova

A Secretaria da Economia de Goiás afirmou que a tentativa de fraude registrada durante o concurso para auditor fiscal da Receita Estadual, realizado no último domingo (17), em Goiânia, foi um caso isolado e não compromete a lisura do certame.
A manifestação ocorreu após a prisão de um candidato, de 28 anos, suspeito de utilizar um celular escondido dentro do banheiro do local de aplicação da prova para fotografar questões e enviar as imagens à esposa.
Segundo apurado pelo Portal 6, a companheira utilizava o ChatGPT para pesquisar as respostas e reenviar os supostos gabaritos por WhatsApp durante a realização do exame.
Em nota, a Secretaria informou que a irregularidade foi identificada pelas equipes de fiscalização da Fundação Carlos Chagas (FCC), responsável pela organização do concurso.
“A banca organizadora adotou todos os protocolos de segurança previstos para a realização das provas, incluindo detectores de metais, acondicionamento obrigatório de eletrônicos em envelopes lacrados e fiscalização contínua durante a aplicação”, destacou a pasta.
Ainda conforme a Secretaria da Economia, a Polícia Civil (PC) foi acionada imediatamente após a descoberta do esquema e conduziu o suspeito para os procedimentos legais.
O candidato acabou eliminado do concurso, conforme previsão do edital. A esposa dele também foi presa por participação na fraude, mas ambos foram liberados após pagamento de fiança.
O concurso para auditor fiscal oferece salário inicial de R$ 28,5 mil, além de 50 vagas imediatas e 25 para cadastro de reserva.
Confira a nota da Secretaria da Economia na íntegra
A Secretaria da Economia informa que a ocorrência registrada durante a aplicação do concurso para auditor fiscal, neste domingo (17), em Goiânia, foi identificada pelas equipes de fiscalização da Fundação Carlos Chagas (FCC), responsável pela organização do certame.
A Polícia Civil foi acionada e conduziu o suspeito para os procedimentos legais cabíveis. A banca organizadora adotou todos os protocolos de segurança previstos para a realização das provas, incluindo detectores de metais, acondicionamento obrigatório de eletrônicos em envelopes lacrados e fiscalização contínua durante a aplicação.
O caso foi pontual, identificado durante a realização das provas, e não compromete a lisura do concurso.
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