Aposentadoria por idade em 2026: veja com quantos anos homens e mulheres podem pedir o benefício
Regras definidas após a Reforma da Previdência continuam valendo em 2026 e exigem atenção à idade mínima e ao tempo de contribuição

A aposentadoria está entre os assuntos que mais geram dúvidas entre os trabalhadores brasileiros.
Afinal, desde a Reforma da Previdência, aprovada em 2019, as regras passaram por mudanças importantes e muitos segurados ainda não sabem exatamente quando poderão solicitar o benefício.
Em 2026, a aposentadoria por idade continua sendo uma das principais modalidades oferecidas pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
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No entanto, além da idade mínima, é necessário cumprir outros requisitos para garantir o acesso ao benefício.
Qual é a idade mínima para se aposentar em 2026?
Para quem se enquadra nas regras permanentes da Previdência Social, a idade mínima permanece a mesma em 2026.
Os requisitos são:
- Homens: 65 anos de idade;
- Mulheres: 62 anos de idade.
Além disso, é necessário cumprir a carência mínima exigida pelo INSS.
Quanto tempo de contribuição é necessário?
A exigência varia conforme o sexo e a data de entrada no sistema previdenciário.
Para os homens, a regra geral exige pelo menos 20 anos de contribuição.
Já para as mulheres, o requisito é de 15 anos de contribuição.
Além disso, trabalhadores que já contribuíam antes da Reforma da Previdência podem se enquadrar em regras de transição específicas.
Quem pode usar as regras de transição?
As regras de transição foram criadas para trabalhadores que estavam próximos de se aposentar quando a reforma entrou em vigor.
Dependendo do caso, o segurado pode utilizar critérios diferentes que envolvem:
- Sistema de pontos;
- Idade mínima progressiva;
- Pedágio de 50%;
- Pedágio de 100%.
Por isso, especialistas recomendam consultar o extrato previdenciário antes de fazer qualquer planejamento.
Como consultar o tempo de contribuição?
O trabalhador pode verificar todas as informações diretamente pelo portal ou aplicativo Meu INSS.
Na plataforma, é possível acessar o Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS), que reúne vínculos empregatícios, salários e períodos de contribuição.
Além disso, o sistema disponibiliza uma simulação que ajuda o segurado a identificar a data estimada para aposentadoria.
O valor da aposentadoria mudou?
O cálculo do benefício continua seguindo as regras definidas após a Reforma da Previdência.
Atualmente, o INSS considera a média de todos os salários de contribuição desde julho de 1994.
Em seguida, aplica um percentual que varia conforme o tempo de contribuição acumulado pelo trabalhador.
Por isso, quanto maior o período de contribuição, maior tende a ser o valor final do benefício.
Planejamento faz diferença
Embora a idade mínima seja um dos requisitos mais conhecidos, ela não é o único fator analisado pelo INSS.
Tempo de contribuição, histórico previdenciário e enquadramento nas regras de transição também influenciam diretamente o direito ao benefício.
Por isso, quem pretende se aposentar nos próximos anos deve acompanhar regularmente sua situação previdenciária para evitar surpresas no momento do pedido.
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