A árvore perfeita para ter em casa: dá flores lindas, resiste ao sol forte, não faz sujeira nem quebra o piso, segundo biólogos

Espécie ornamental chama atenção por ter flores coloridas, raízes menos agressivas e boa adaptação ao sol forte

Gabriel Dias Gabriel Dias -
A árvore perfeita para ter em casa: dá flores lindas, resiste ao sol forte, não faz sujeira nem quebra o piso, segundo biólogos
(Imagem: Ilustração/Captura de tela/YouTube/Vida no Jardim)

Escolher uma árvore para plantar na calçada ou no jardim exige mais cuidado do que muita gente imagina. Além da beleza, é preciso observar o tamanho da espécie, o comportamento das raízes, a necessidade de manutenção e a adaptação ao clima.

Afinal, uma escolha errada pode causar problemas com piso quebrado, excesso de sujeira, conflitos com fiação e até gastos futuros com reparos. Por isso, espécies ornamentais de pequeno porte vêm ganhando espaço em projetos residenciais e urbanos.

Uma das mais procuradas nesse cenário é o resedá, também conhecido pelo nome científico Lagerstroemia indica. A árvore se destaca pela floração colorida, pelo porte controlado e pelas raízes consideradas pouco agressivas.

O resedá pode atingir cerca de 4 a 8 metros de altura, dependendo das condições de cultivo e da condução da planta. Por ter copa compacta e raízes menos invasivas, costuma ser indicado para calçadas, jardins pequenos e áreas próximas a construções.

Durante os meses mais quentes, a espécie produz flores em tons de rosa, lilás, branco e vermelho. Esse efeito ornamental valoriza fachadas e áreas externas sem exigir uma rotina pesada de manutenção.

Outro ponto positivo é que o resedá se adapta bem ao sol pleno. Para florescer com mais intensidade, a árvore precisa receber várias horas de luz direta por dia e ser cultivada em solo bem drenado.

Apesar de ser considerada uma árvore resistente para calçada, o resedá também precisa de atenção no plantio. A muda deve ser colocada em local adequado, com espaço para o desenvolvimento da copa e sem interferir na passagem de pedestres.

Nos primeiros meses, as regas devem ser mais frequentes, até que as raízes se estabeleçam. Depois dessa fase, a planta tende a suportar períodos de seca moderada com mais facilidade.

A poda de formação também é importante, principalmente nos primeiros anos. Esse cuidado ajuda a conduzir o tronco e a deixar a copa em uma altura adequada para calçadas e jardins.

O resedá também chama atenção por gerar menos resíduos do que algumas árvores ornamentais maiores. Ainda assim, como qualquer espécie com folhas e flores, pode haver queda natural ao longo do ciclo da planta.

Por isso, a vantagem está na manutenção mais simples, não na ausência total de limpeza. Uma poda leve no inverno, com retirada de galhos secos ou cruzados, ajuda a manter a árvore saudável e organizada.

A adubação orgânica antes da primavera também pode favorecer uma floração mais intensa, especialmente quando o solo está pobre em nutrientes.

Mesmo sendo uma boa opção para calçadas, o plantio deve respeitar as normas do município. Em algumas cidades, há regras sobre distância de postes, muros, garagens, esquinas, redes elétricas e largura mínima da calçada.

Também é importante escolher mudas de procedência confiável e confirmar o porte adulto da variedade. Dessa forma, a árvore cresce com mais segurança e reduz o risco de problemas futuros.

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Gabriel Dias

Gabriel Dias

Estudante de Jornalismo na Universidade Federal de Goiás (UFG). Apaixonado por Telejornalismo e Jornalismo Cultural.

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