Banco do Brasil investiga desaparecimento de cerca de R$ 2 milhões em agência de Goiás

Caso é apurado em sigilo pela Polícia Civil e pela instituição financeira, que ainda realiza auditorias para confirmar o valor do prejuízo

Lara Duarte -
Agência do Banco do Brasil em Bom Jesus de Goiás, onde o desaparecimento de uma quantia estimada em R$ 2 milhões é alvo de investigação da Polícia Civil e de auditorias internas da instituição. (Foto: Google Maps)
Agência do Banco do Brasil em Bom Jesus de Goiás, onde o desaparecimento de uma quantia estimada em R$ 2 milhões é alvo de investigação da Polícia Civil e de auditorias internas da instituição. (Foto: Google Maps)

O desaparecimento de uma quantia estimada em R$ 2 milhões de uma agência do Banco do Brasil em Bom Jesus de Goiás está sendo investigado pela Polícia Civil (PC) e pela própria instituição financeira.

O caso veio à tona após uma conferência de rotina realizada no último dia 15 de julho, quando um dos compartimentos do cofre da agência não pôde ser aberto.

No dia seguinte, o funcionário responsável pela tesouraria deixou de comparecer ao trabalho, o que levou a gerência a acionar a Superintendência Regional e o setor de segurança do banco.

A confirmação de que o compartimento estava vazio ocorreu apenas na tarde do dia 20 de julho, quando um técnico credenciado conseguiu abrir o cofre. Nenhuma quantia foi encontrada no local.

Embora a estimativa inicial seja de cerca de R$ 2 milhões, o valor exato do prejuízo ainda será definido após a conclusão das auditorias internas e dos levantamentos técnicos realizados pela instituição.

O Banco do Brasil instaurou procedimentos administrativos para esclarecer o ocorrido e informou o caso às autoridades.

Paralelamente, auditorias contábeis e administrativas buscam identificar quando o dinheiro desapareceu e se houve eventual participação de funcionários ou terceiros.

A Polícia Civil também conduz a investigação. Entre as diligências estão a análise de imagens do sistema de monitoramento da agência, documentos internos e interrogatório de funcionários.

Até o momento, não há informações sobre prisões ou indiciamentos.

As investigações tramitam sob sigilo para preservar a coleta de provas e evitar prejuízos ao andamento do inquérito.

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Lara Duarte

Jornalista e pós-graduanda em Ciência Política, com atuação em jornal impresso, assessoria de comunicação e produção, reunindo experiência em diferentes frentes da comunicação.

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