Preço do tomate fica mais caro em feiras e supermercados de Goiânia
Quilo do produto subiu 53,10% em setembro, mês em que a capital teve a segunda maior inflação entre as localidades pesquisadas pelo IBGE

O preço do tomate subiu 53,10% em Goiânia em setembro. No mesmo mês, a capital registrou a segunda maior inflação entre as 16 localidades pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice ficou em 1,07%, atrás apenas do registrado na Grande Vitória, de 1,08%.
A inflação é calculada a partir da variação de preços de vários produtos e serviços consumidos pelas famílias. Em Goiânia, esse conjunto ficou, em média, 1,07% mais caro de agosto para setembro. Isso não significa que todos os preços subiram nessa mesma proporção: alguns tiveram aumentos maiores e outros ficaram mais baratos.
O tomate, por exemplo, teve alta de 53,10%. Para entender o que isso representa, imagine que o quilo custasse R$ 10 em agosto. Com esse aumento, passaria a custar R$ 15,31 em setembro. É apenas um exemplo para explicar a porcentagem; o preço real pode variar de um estabelecimento para outro.
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Outros alimentos também ficaram mais caros. A batata-inglesa subiu 18,29% e a cebola, 17,83%. No conjunto de tubérculos, raízes e legumes, a alta foi de 28%. Já a alimentação consumida em casa aumentou 1,76% em Goiânia.
Os combustíveis também pesaram no bolso: o etanol subiu 6,67%, o diesel aumentou 3,98% e a gasolina, 2,03%. A conta de energia elétrica residencial ficou 5,33% mais cara.
No acumulado de janeiro a setembro, a inflação em Goiânia chegou a 4,38%. Considerando os 12 meses encerrados em setembro, o aumento foi de 6,08%. No Brasil, os índices foram menores: 3,95% no ano e 4,58% em 12 meses.
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