Geração Z é a que mais tem qualificação, mas infelizmente também a que menos está no mercado de trabalho
Jovens têm mais acesso à educação e cursos, mas enfrentam barreiras para entrar e permanecer no mercado de trabalho

A Geração Z, formada por jovens que nasceram a partir da segunda metade da década de 1990, é considerada a mais qualificada academicamente até hoje.
Com maior acesso ao ensino superior, cursos técnicos, idiomas e formação digital, esse grupo chega à vida adulta com um currículo mais robusto do que gerações anteriores.
Apesar disso, a Geração Z também é a que menos ocupa vagas formais de trabalho.
Muitos jovens encontram dificuldades para conseguir o primeiro emprego, esbarram em exigências elevadas de experiência e lidam com um mercado que ainda opera sob modelos tradicionais, pouco flexíveis e desconectados da realidade atual.
Entre as novas formas de trabalho mais buscadas por essa geração estão o trabalho remoto, o modelo híbrido, o freelance, a economia de projetos, o empreendedorismo digital, a criação de conteúdo para redes sociais e atividades ligadas à tecnologia, como programação, design e marketing digital.
Essas modalidades oferecem maior autonomia, flexibilidade de horários e possibilidade de conciliar vida pessoal e profissional.
Especialistas avaliam que o choque entre um mercado ainda rígido e uma geração que valoriza propósito, saúde mental e flexibilidade ajuda a explicar o alto nível de qualificação aliado à baixa inserção formal.
O cenário reforça a necessidade de adaptação das empresas e de políticas públicas que ampliem oportunidades compatíveis com as novas dinâmicas de trabalho.
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