Não são só os supermercados: veja o que mais não poderá abrir aos domingos

Nova regra muda o funcionamento do comércio aos domingos e atinge diferentes tipos de estabelecimentos

Layne Brito -
veja o que mais não poderá abrir aos domingos
(Foto: Reprodução/Pexels)

Quem costuma deixar as compras para o domingo vai precisar se reorganizar. Uma nova regra altera o funcionamento do comércio nesse dia da semana e amplia a lista de estabelecimentos que deverão manter as portas fechadas.

A medida muda a dinâmica do varejo e impacta diretamente consumidores, trabalhadores e empresários.

A mudança passa a valer no Espírito Santo a partir de março de 2026 e foi definida por meio de convenção coletiva firmada entre sindicatos patronais e representantes dos trabalhadores do comércio.

O objetivo central é garantir o descanso semanal aos domingos para determinadas categorias do setor varejista.

O que não poderá funcionar aos domingos

A regra determina que deverão permanecer fechados aos domingos:

  • Supermercados
  • Mercearias
  • Minimercados
  • Atacarejos
  • Hortifrútis
  • Lojas de materiais de construção

A restrição vale inclusive para unidades localizadas dentro de shoppings centers. Ou seja, mesmo em centros comerciais que funcionam normalmente aos domingos, esses estabelecimentos não poderão abrir.

O que poderá funcionar

Por outro lado, a norma não atinge todos os segmentos. Poderão funcionar normalmente aos domingos:

  • Padarias
  • Açougues independentes
  • Farmácias
  • Restaurantes
  • Lojas de conveniência
  • Estabelecimentos considerados essenciais

Além disso, a convenção coletiva permite abertura em alguns feriados específicos, com exceção de datas como Natal, Ano Novo e Dia do Trabalho.

A nova dinâmica exigirá planejamento maior por parte dos consumidores, que precisarão antecipar compras de supermercado e materiais de construção para outros dias da semana.

Para empresários, o desafio será reorganizar logística, escalas e estratégias de vendas diante da nova limitação.

Para os trabalhadores do setor, a decisão reforça o direito ao descanso dominical, ponto central das negociações que levaram à mudança.

A regra tem validade até outubro de 2026 e deve provocar adaptações graduais no comportamento de consumo e na rotina do comércio capixaba.

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Layne Brito

Estudante de jornalismo na Universidade Evangélica de Goiás (UniEVANGÉLICA) e engenheira agrônoma, curiosa e sempre em busca de aprender, observar e contar histórias.

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