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Os detalhes minuciosos da ação policial que culminou na morte de Lázaro Barbosa

Equipes tiveram que andar por vários quilômetros e se dividir para evitar que ele fugisse novamente

Rafaella Soares Rafaella Soares -
(Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

A intensa ação realizada pelas forças policiais de Goiás e Distrito Federal nesta segunda-feira (28), que resultou na captura e morte de Lázaro Barbosa, em Águas Lindas de Goiás, teve inicio logo no começo da madrugada.

Isso porque equipes conseguiram ver o momento em que o maníaco entrou em uma mata, perto de onde um cerco estava montado. Ele conseguiu transpor um rio que havia nas proximidades e desapareceu.

Já no início da manhã, o homem foi visto novamente. Desta vez, estava na parte baixa da água.

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Para que ele não escapasse, duas equipes da Casa Militar andaram cerca de 5 km abaixo da região em que Lázaro estaria e se dividiram, de forma que cada uma subisse por um lado.

Depois que os agentes já haviam caminhado cerca de 1,5 km, viram um homem correndo de perto do rio e se escondendo do helicóptero. No mesmo instante, afirmam ter sido alvos de uma série de disparos de arma de fogo.

Todos tiveram de se abrigar imediatamente para não serem atingidos e para descobrirem de onde estavam vindo os tiros. Com cuidado, olharam ao redor, perceberam uma movimentação atrás de um arbusto e gritaram para que o suspeito soltasse a arma e se entregasse.

Como os disparos não pararam, os agentes começaram a revidar intensamente, uma vez que não conseguiam ver exatamente onde Lázaro estava. Eles atiraram cerca de 125 vezes, até que o ataque do lado oposto cessou.

Assim que se aproximaram do arbusto, encontraram o maníaco ferido e duas armas, sendo uma pistola, com todas as munições deflagradas, e um revólver calibre 38.

Os próprios policiais pegaram o homem e levaram até a base montada para a operação para que os bombeiros pudessem encaminhá-lo para um hospital. Como os ferimentos eram graves, os profissionais de saúde puderam apenas constatar o óbito.

Lázaro conseguiu fugir por 20 dias. Além das armas, ele carregava uma mochila com munições, medicamentos, comida e R$ 4.400 em espécie. A suspeita é que ele estaria pronto para fugir do estado ou do país.

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