Precisamos falar sobre suicídio

"Ao contrário do que muitos dizem, quem comete auto extermínio avisa, ainda que de forma subliminar, pelo comportamento, redes sociais, frases de efeito duplo ou até pelo silêncio"

Professor Marcos -
(Foto: Kat Smith/Pexels)

A sociedade ocidental nunca registrou tantos casos de auto extermínio como na atualidade, o que tem provas caro discussões e estudos sobre o assunto. Entre os grupos com maior ocorrência estão os jovens, e esses números tem crescido a cada dia.

Entre os fatores associados encontram-se questões de saúde mental, depressão, psicoses, ansiedade e questões comportamentais e relacionais ligadas à família, profissão e comunidade.

Para tanto precisamos fortalecer as políticas públicas de valorização da vida, conforme projeto de lei que apresentei na Câmara Municipal em 2021. Ampliar atendimentos na área psicológica, psiquiátrica e social, consolidar vínculos e estimular as redes de apoio familiar e comunitária.

Ao contrário do que muitos dizem, quem comete auto extermínio avisa, ainda que de forma subliminar, pelo comportamento, redes sociais, frases de efeito duplo ou até pelo silêncio. Cabe a cada um de nós despertarmos a sensibilidade para perceber/dar atenção aos familiares e amigos que convivem conosco. Escutar é mais que ouvir. É compreender e estender a mão.

Marcos Carvalho é professor, psicólogo e servidor público federal. Atualmente vereador em Anápolis pelo Partido dos Trabalhadores. Escreve todas às terças-feiras. Siga-o no Instagram.

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