Aumenta no PL pressão para partido apoiar eleição de Daniel Vilela para o partido de Bolsonaro garantir eleição de senador
Diante desse quadro, cresce a pressão de uma ala pragmática do PL que defende uma composição com Vilela
Os números da pesquisa AtlasIntel para o governo de Goiás em 2026 intensificaram um debate interno no PL: vale a pena lançar um candidato ao governo que, hoje, se mostra inviável eleitoralmente?
A liderança folgada de Daniel Vilela (MDB), que chega a 43,1% em um dos cenários, contrasta com os resultados dos pré-candidatos bolsonaristas. O senador Wilder Morais não passa de 16,5%, e o deputado federal Gustavo Gayer, mesmo sendo o nome mais competitivo do partido, alcança apenas 25,4%, muito atrás do emedebista.
Diante desse quadro, cresce a pressão de uma ala pragmática do PL que defende uma composição com Vilela.
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A ideia é abrir mão da cabeça de chapa para o governo em troca do apoio do emedebista e do governador Ronaldo Caiado (União Brasil) ao candidato do partido ao Senado.
Para essa corrente, seria uma forma de garantir a eleição de um senador bolsonarista, em vez de arriscar uma derrota dupla, tanto para o governo quanto para o Senado, consolidando a força do grupo em Goiás e no Congresso Nacional.






