Falta de mão de obra: Espanha, Alemanha e Itália buscam brasileiros e oferecem benefícios para trabalhar fora do país
Crise demográfica e envelhecimento da população levam países europeus a flexibilizar regras de imigração e abrir vagas em setores estratégicos

Espanha, Alemanha e Itália estão ampliando a entrada de trabalhadores estrangeiros, com atenção especial aos brasileiros, diante da falta de mão de obra que atinge setores importantes da economia.
A medida é resultado de crises internas provocadas pelo envelhecimento acelerado da população e pela baixa taxa de natalidade em países do continente europeu.
As mudanças foram confirmadas por órgãos governamentais e fazem parte de programas de imigração laboral que flexibilizam regras para contratação formal de estrangeiros.
O objetivo é suprir vagas que não estão sendo preenchidas pela população local e garantir o funcionamento de áreas essenciais.
Na Itália, o governo ampliou as cotas anuais para a entrada de trabalhadores de fora da União Europeia.
As oportunidades envolvem tanto atividades sazonais, como agricultura e turismo, quanto setores permanentes, incluindo construção civil, indústria e serviços. Os programas preveem visto regular de trabalho, vínculo formal e possibilidade de permanência legal no país.
A Alemanha também reforçou suas políticas de atração de estrangeiros, com foco em profissionais qualificados. As áreas com maior demanda incluem saúde, indústria, tecnologia da informação e logística.
O país enfrenta um déficit histórico de trabalhadores e aposta na imigração como solução para manter a produtividade e o crescimento econômico.
Já a Espanha adotou medidas para facilitar a regularização de trabalhadores estrangeiros. A prioridade é reduzir a informalidade, ampliar a proteção jurídica e garantir estabilidade para quem busca emprego legal no país, especialmente em setores com alta rotatividade.
Especialistas avaliam que o cenário é favorável para brasileiros interessados em trabalhar legalmente na Europa, mas alertam para a necessidade de cautela.
O processo exige atenção às regras específicas de cada país e deve ser feito exclusivamente por meio de canais oficiais, como consulados e sites governamentais.
A recomendação é evitar promessas de regularização rápida ou propostas informais, que podem resultar em problemas legais.
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