Os nomes de bebê que são proibidos pela justiça de serem colocados
O que parece liberdade total encontra limites discretos definidos por normas pouco conhecidas
Escolher o nome de um bebê é uma decisão carregada de significado e responsabilidade que muitas vezes alguns pais de primeira viagem não se atentam.
Mais do que uma preferência estética, o nome acompanha a pessoa por toda sua vida, influenciando documentos oficiais, relações sociais e até experiências profissionais.
Por esse motivo, em diversos países, a escolha não é totalmente livre e pode ser questionada pelo crivo da Justiça vigente e suas leis.
A existência de leis e normas sobre nomes próprios surgiu como uma forma de proteger a criança. Em contextos onde não há legislação nacional detalhada, tribunais e cartórios acabam criando critérios para evitar registros que possam gerar constrangimento, confusão administrativa ou exposição a situações de humilhação ao longo da vida.
Em linhas gerais, os vetos costumam recair sobre nomes considerados ofensivos, extravagantes ou potencialmente prejudiciais.
Entram nessa lista referências a títulos de nobreza, como Rei ou Rainha, nomes associados a figuras religiosas centrais usados fora de contexto, além de personagens históricos ligados a crimes ou ideologias extremas.
Também são frequentemente recusados nomes formados por números, símbolos ou combinações que não se encaixam nos sistemas oficiais de registro.
Casos envolvendo grafias incomuns, abreviações excessivas ou palavras que não podem ser identificadas como nomes próprios costumam passar por análise individual antes de serem aceitos.
Embora essas restrições variem de país para país, o princípio é semelhante: equilibrar a liberdade dos pais com o interesse da criança. A atuação da Justiça nesses casos não busca padronizar identidades, mas garantir que a escolha feita no nascimento não se transforme em um fardo permanente ao longo da vida.
Conheça alguns nomes que são proibidos no Brasil:
– A mesma;
– Cachorra;
– Sem mãe;
– Taturana;
– Dita Cuja;
– Papai Noel;
– Uh Tererê;
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