Cão Fofo: animal é rejeitado para adoção desde filhote por causa da sua condição, mas conquista todo mundo no abrigo
Morando há anos em um abrigo no litoral de São Paulo, ele é descrito como dócil, carinhoso e cheio de vontade de fazer parte de uma família

Fofo é daqueles cães que parecem feitos para morar em casa, ganhar carinho e virar parte da rotina de uma família.
Só que, mesmo sendo sociável e muito amoroso, ele continua esperando por uma adoção há anos, porque muitas pessoas desistem ao descobrir sua condição.
No abrigo onde vive, ele virou presença marcante justamente por ser sociável, tranquilo e por ter um jeito amoroso que chama a atenção de quem passa por perto.
O problema é que a história dele não tem sido fácil. Desde filhote, Fofo é rejeitado por interessados em adoção.
Ele segue esperando por uma chance que nunca chega, mesmo sendo considerado um dos cães mais amáveis do local.
Segundo o site Amomeupet, Fofo vive em um abrigo no Guarujá (SP) há cerca de três anos e a suspeita é que ele tenha sido abandonado ainda pequeno por ser totalmente cego.
Apesar disso, os cuidadores relatam que ele se adapta bem à rotina e não se deixa limitar pela falta de visão. Pelo contrário.
Ele reconhece vozes, reage rápido aos sons e costuma se orientar com facilidade no ambiente que já conhece, mostrando que não precisa enxergar para demonstrar afeto e criar vínculo.
Quem convive com ele no dia a dia descreve Fofo como aquele cão que conquista sem esforço. É o tipo de animal que gosta de companhia, que se anima quando percebe alguém por perto e que parece estar sempre pronto para receber uma família como se nunca tivesse sido deixado para trás.
Hoje, ele está castrado, vacinado e pronto para adoção. A divulgação também informa que o processo envolve entrevistas e avaliação, para garantir que o animal vá para um lar seguro e preparado para recebê-lo.
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O que saber antes de adotar um cão cego
Cães cegos podem viver com qualidade e alegria quando encontram um ambiente estável. Manter os móveis no mesmo lugar e evitar mudanças bruscas ajuda muito, porque eles aprendem os caminhos e ganham confiança com a rotina.
Outra dica simples é falar com o animal antes de tocá-lo e usar a voz como referência no dia a dia. Com paciência, cuidado e adaptação, eles conseguem ter uma vida normal, com carinho e segurança dentro de casa.
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