EUA investigam ataque a escola no Irã que deixou 175 mortos, diz Casa Branca
Governo Trump diz que trabalha para ajudar americanos a retornarem com segurança

ISABELLA MENON
WASHINGTON, EUA (FOLHAPRESS) – A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou na tarde desta quarta-feira (4), que os Estados Unidos vão investigar a causa do ataque em Minab, cidade no sul do Irã, que deixou 175 pessoas mortas.
A fala foi semelhante a do secretário de Defesa, Pete Hegseth, na manhã desta quarta, que também afirmou que a investigação sobre o caso está em curso. “EUA não tem como alvo civis, diferente do Irã”, disse Karoline.
Ainda no mesmo evento, a porta-voz afirmou que os EUA estão monitorando de perto a possibilidade de o filho de Ali Khamenei assumir como líder supremo no Irã. De acordo com uma reportagem do jornal The New York Times, Mojtaba Khamenei está sendo preparado para a sucessão, e a expectativa é que ele seja anunciado em breve.
Sobre o conflito no Oriente Médio, ela disse que o envio de tropas terrestres não faz parte dos planos do governo, mas reiterou que nenhuma opção é descartada.
“Isso não faz parte do plano desta operação no momento, mas certamente nunca retirarei opções militares em nome do presidente dos Estados Unidos ou do comandante-em-chefe”, disse ela.
Questionada sobre quais as ameaças iminentes levaram aos ataques dos EUA contra o Irã, ela disse que Trump não toma decisões de forma isolada e que a decisão foi baseada no “efeito cumulativo de várias ameaças diretas que o Irã representava para os EUA.”
Anteriormente, a orientação do governo era que os civis procurassem por voos comerciais para deixar os países, porém a medida pode ser ineficiente, uma vez que diversos voos têm sido cancelados em meio aos bombardeios. Diante disso, o governo Trump diz que trabalha para ajudar americanos a retornarem com segurança.
Agora, o governo Trump diz que trabalha para ajudar americanos a retornarem com segurança. Porém, Leavitt não deu detalhes desta operação, e alegou que o Irã já demonstrou que ataca civis e que qualquer informação fornecida por colocar a segurança de americanos em risco.
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