Mantenha longe: esta planta doméstica muito comum nunca deve estar em uma casa com cães e gatos

Espécie muito usada na decoração pode esconder riscos para os pets e exige atenção redobrada dentro de casa

Layne Brito -
Mantenha longe: esta planta doméstica
(Foto: Reprodução/Pexels)

Ter plantas dentro de casa se tornou um hábito cada vez mais comum. Elas deixam os ambientes mais bonitos, ajudam a trazer sensação de aconchego e, em muitos casos, acabam virando parte importante da decoração.

Mas quem convive com cães e gatos precisa ter um cuidado extra antes de escolher quais espécies vão ocupar salas, varandas, corredores ou jardins internos.

Isso porque algumas plantas aparentemente inofensivas podem representar riscos aos animais, principalmente quando ficam ao alcance deles.

Entre as espécies que merecem atenção está a Hera, uma planta doméstica bastante popular por causa das folhas pendentes e do visual ornamental.

Apesar de muito usada em vasos, paredes verdes e áreas internas, ela não é considerada uma opção segura para casas com pets.

O problema está no contato ou na ingestão de partes da planta.

Cães e gatos curiosos podem morder folhas, brincar com galhos caídos ou ingerir pequenas partes sem que o tutor perceba.

Em alguns casos, isso pode provocar irritações, salivação excessiva, vômitos, diarreia e desconfortos gastrointestinais.

Por isso, o ideal é manter a Hera completamente fora do alcance dos animais. Em casas com pets muito curiosos, filhotes ou gatos que costumam subir em móveis e prateleiras, a recomendação mais segura é evitar a planta dentro do ambiente doméstico.

Além da toxicidade da Hera, outro ponto de atenção está em plantas muito densas, posicionadas em locais úmidos, com sombra e pouca ventilação.

Esses ambientes podem favorecer a presença de insetos e parasitas, como carrapatos, principalmente quando há circulação de animais por áreas externas.

Isso não significa que toda planta deve ser retirada de casa.

A orientação é escolher espécies seguras para cães e gatos, manter os vasos limpos, evitar acúmulo de folhas secas e observar qualquer mudança no comportamento dos pets.

Caso o animal tenha contato com a Hera ou outra planta suspeita e apresente sintomas, o tutor deve procurar atendimento veterinário.

Quanto mais rápida for a avaliação, menores são os riscos de complicações.

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Layne Brito

Estudante de jornalismo na Universidade Evangélica de Goiás (UniEVANGÉLICA) e engenheira agrônoma, curiosa e sempre em busca de aprender, observar e contar histórias.

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