Advogada explica por que mais empresas deveriam adotar a estratégia do Assaí
Especialista detalha como a eficiência operacional e o foco na experiência do cliente geram crescimento sustentável

O complexo sistema tributário nacional frequentemente impõe desafios financeiros severos para o desenvolvimento sustentável de corporações de todos os portes econômicos.
Diante disso, advogados especializados defendem que a revisão periódica de impostos pagos representa uma ferramenta crucial para a sobrevivência mercadológica.
Consequentemente, a busca por eficiência fiscal nas cadeias de suprimentos transforma a contabilidade jurídica em uma forte alavanca de lucratividade corporativa.
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A rede de atacarejo Assaí Atacadista surpreendeu positivamente o mercado financeiro ao apresentar o seu balanço corporativo consolidado do primeiro trimestre.
A companhia adicionou expressivos R$ 281 milhões ao seu resultado contábil final unicamente por meio da recuperação ativa de créditos fiscais.
Especialistas explicam que esse montante bilionário decorre de pagamentos excessivos de PIS e Cofins acumulados ao longo de cinco anos operacionais.
Essa oportunidade legal se manifesta de forma intensa em setores econômicos nos quais o mesmo imposto incide sobre múltiplas etapas produtivas.
O fenômeno técnico afeta diretamente o comércio de itens essenciais como medicamentos, combustíveis, bebidas frias, autopeças e alimentos da cesta básica. Portanto, a incidência plurifásica gera distorções contábeis que abrem margem legal para que os contribuintes solicitem a devida restituição dos valores.
A democratização da recuperação fiscal para múltiplos portes
Juristas alertam que esse direito legítimo ampara não somente os gigantes do varejo, mas também alcança pequenas e médias empresas brasileiras.
Setores menos óbvios da economia nacional costumam guardar quantias altamente relevantes que poderiam aliviar o fluxo de caixa das organizações operacionais.
Desse modo, uma auditoria documental minuciosa nas notas fiscais antigas consegue identificar recursos valiosos que outrora pareciam perdidos no erário público.
O principal obstáculo para a captura desses montantes financeiros reside no curto prazo prescricional estipulado rigidamente pela legislação federal vigente.
Os créditos tributários expiram de forma definitiva após cinco anos contados a partir da data de emissão de cada documento.
Se nenhuma equipe técnica analisa minuciosamente os livros fiscais nesse período, o dinheiro permanece retido obrigatoriamente com o fisco nacional.
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