Pix com os dias contados em diversos bancos: recurso será removido de instituições que não seguirem as novas regras
Novas exigências reforçam controles e podem impactar operações realizadas diariamente por instituições financeiras brasileiras

O sistema Pix continuará funcionando para os clientes, mas bancos e instituições de pagamento que não atenderem às novas exigências de segurança poderão perder o acesso ao serviço ou sofrer restrições determinadas pelo Banco Central.
As medidas fazem parte de um conjunto de normas voltadas ao reforço da segurança cibernética, diante do aumento dos ataques contra o sistema financeiro e da evolução das fraudes digitais.
Segundo o Banco Central, as instituições financeiras deverão adotar padrões mais rigorosos de proteção tecnológica, controles internos e monitoramento de riscos.
- Adeus, piso de porcelanato: o material que se usava nos anos 60 está de volta e virou tendência de luxo nas casas em 2026
- Dona Lurdes Maria, dona de casa: “Meu fogão estava com a chama fraca; desentupi de forma fácil e rápida sem precisar chamar o técnico”
- A cidade brasileira que fala 3 idiomas, tem 233 casas medievais e foi eleita pela ONU uma das melhores vilas do mundo
Caso sejam identificadas falhas relevantes, o órgão poderá impor limitações temporárias, como redução de horários de funcionamento do Pix, restrições de valores para transferências ou, em situações mais graves, até a suspensão da participação da instituição no sistema até que as irregularidades sejam corrigidas.
REGRAS MAIS RÍGIDAS
O endurecimento da fiscalização ocorre após uma sequência de ataques cibernéticos que provocaram prejuízos bilionários ao setor financeiro.
Nos últimos anos, golpes envolvendo o Pix cresceram e levaram o Banco Central a ampliar as exigências para bancos e fintechs.
Além do fortalecimento da infraestrutura tecnológica, as normas passaram a prever mecanismos mais eficientes de rastreamento de recursos, bloqueio de valores suspeitos e recuperação de dinheiro desviado em casos de fraude.
O QUE MUDA
As novas exigências atingem as instituições participantes do sistema, e não os usuários do Pix. Para quem utiliza o serviço no dia a dia, a tendência é que as transferências continuem funcionando normalmente, desde que o banco ou a fintech esteja em conformidade com as determinações do Banco Central.
O objetivo é aumentar a segurança das operações e reduzir a possibilidade de ataques cibernéticos explorarem falhas nos sistemas das instituições financeiras.
As medidas reforçam o papel do Banco Central na supervisão do sistema de pagamentos instantâneos e ampliam a responsabilidade das instituições na proteção dos dados e do dinheiro dos clientes.
A expectativa é que o cumprimento das novas regras fortaleça a confiança no Pix, mantendo o serviço disponível com padrões mais elevados de segurança e reduzindo os riscos de fraudes em todo o sistema financeiro brasileiro.
Siga o Portal 6 no Google News e fique por dentro de tudo!







