Anvisa toma decisão e proíbe comercialização do Tadala no país
Resolução da Anvisa determina apreensão e proibição de produto sem registro e com fabricante não identificado

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) vem endurecendo sua fiscalização com determinados medicamentos. A partir dessa medida, o órgão determinou a apreensão e a proibição do produto Tadala Pro Max em todo o território nacional. A medida consta na Resolução-RE nº 690, de 20 de fevereiro de 2026, publicada no Diário Oficial da União (DOU).
A decisão impede a comercialização, distribuição, fabricação, importação, propaganda e uso do produto. Segundo o ato oficial, o item não possui registro na Anvisa e não tem empresa fabricante identificada.
O que foi proibido
A resolução se refere especificamente ao Tadala Pro Max (todos os lotes). O enquadramento foi feito com base na Lei nº 6.360/1976, que regula a vigilância sanitária de medicamentos e produtos sujeitos a controle no Brasil.
No texto publicado no DOU, a Anvisa aponta a comprovação de propaganda e oferta do produto sem regularização sanitária. Também consta que a empresa responsável não foi identificada, o que impede a verificação de condições de fabricação e segurança.
Importante destacar que a medida trata do produto “Tadala Pro Max” e não representa uma proibição geral do princípio ativo tadalafila, que pode constar em medicamentos devidamente registrados e autorizados no país.
Fiscalização também atinge outros produtos
A mesma resolução estabelece ações de fiscalização contra as chamadas “canetas emagrecedoras” sem registro sanitário, incluindo marcas como Lipoless MD, Retatrutide, Tirzec, Lipoland e T.G.
O ato determina apreensão e proibição desses itens, com alcance sobre pessoas físicas, jurídicas e veículos que promovam ou comercializem os produtos.
A publicação também menciona produtos derivados de cannabis da marca Soft Cann (Broad Spectrum e Full Spectrum), igualmente alvos de medidas por ausência de regularização.
Venda digital entra no radar
No documento oficial, a Anvisa cita a comprovação de anúncios e ofertas online dos produtos irregulares. A menção a sites específicos reforça a preocupação com a comercialização em ambiente digital.
A orientação ao consumidor é verificar sempre se o produto possui registro na Anvisa antes da compra. A consulta pode ser feita por meio dos sistemas oficiais disponibilizados pela própria Agência.
Com a decisão, o Tadala Pro Max passa a estar formalmente proibido no país, e eventuais unidades encontradas no mercado ficam sujeitas à apreensão pelas autoridades sanitárias.
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