Minha Casa, Minha Vida agora vale para quem recebe até R$ 13 mil por mês e aquece mercado imobiliário

Mudança amplia acesso ao Minha Casa, Minha Vida, reajusta faixas de renda e pode impulsionar a compra de imóveis no país

Gabriel Yure Gabriel Yuri Souto -
Minha Casa, Minha Vida agora vale para quem recebe até R$ 13 mil por mês e aquece mercado imobiliário
Foto ilustrativa do Minha Casa, Minha Vida. (Foto: Governo Federal/Agência Brasil)

O programa Minha Casa, Minha Vida passou por uma mudança importante e agora também contempla famílias com renda mensal de até R$ 13 mil. Com a ampliação das faixas e a atualização do teto de imóveis em algumas modalidades, a expectativa é de que mais brasileiros consigam financiar a casa própria em condições melhores.

A decisão foi aprovada pelo Conselho Curador do FGTS e já movimenta o mercado imobiliário. Isso porque a nova regra abre espaço para um público que antes ficava de fora do programa, mesmo tendo renda próxima dos limites anteriores.

Novas faixas ampliam acesso ao Minha Casa, Minha Vida

Com a atualização, a Faixa 1 passou a atender famílias com renda de até R$ 3.200. Já a Faixa 2 contempla quem recebe até R$ 5 mil por mês. Além disso, a Faixa 3 agora alcança renda de até R$ 9.600, enquanto a nova Faixa 4 inclui famílias com renda mensal de até R$ 13 mil.

Na prática, a mudança amplia o alcance do programa e permite o financiamento de imóveis com valores maiores. Para as faixas 3 e 4, por exemplo, os novos tetos passaram para R$ 400 mil e R$ 600 mil, respectivamente.

Juros menores podem aquecer mercado imobiliário

Outro ponto que mantém o programa atrativo envolve as taxas de juros, que continuam abaixo das praticadas em outras linhas de financiamento. Na Faixa 4, por exemplo, a taxa ficou em 10% ao ano, enquanto nas demais modalidades os percentuais seguem mais baixos, conforme a renda familiar.

Com isso, especialistas avaliam que a ampliação pode estimular a compra de imóveis novos e usados. Além disso, o programa tende a aquecer o setor, gerar empregos e facilitar a saída do aluguel para milhares de famílias.

Ainda assim, a entrada exigida no financiamento segue como um desafio. Em muitos casos, o valor inicial pedido pelas instituições ainda dificulta o acesso de parte dos compradores.

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Gabriel Yure

Gabriel Yuri Souto

Redator e gestor de tráfego. Especialista em SEO.

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