Quanto ganha a moça que faz cartão no Carrefour, Havan e Riachuelo em 2026, segundo recrutadores
Trabalho envolve abordagem, atendimento e oferta de produtos financeiros, mas o salário pode mudar conforme a rede, a cidade e as metas

A profissional que trabalha fazendo cartão de loja costuma ficar na linha de frente do atendimento. Ela aborda clientes, apresenta as opções disponíveis, ajuda no cadastro e também pode oferecer outros produtos financeiros.
Apesar de parecer uma única função, as empresas usam nomes diferentes para o cargo. Operadora de cartão, promotora comercial, atendente de vendas e operadora comercial são algumas das denominações encontradas no mercado.
Por isso, o salário também muda conforme a empresa e a atividade exercida.
Quanto ganha no Carrefour?
No Carrefour, funções ligadas à operação comercial apresentam média de aproximadamente R$ 2.036 por mês, segundo dados do Indeed atualizados em agosto de 2026.
O levantamento também mostra vagas recentes especificamente relacionadas à operação de cartão. Em São Paulo, aparecem oportunidades com remuneração entre R$ 2.316 e R$ 3.500 mensais. Já em São Bernardo do Campo, há anúncios na faixa de R$ 2.316.
Outra referência é o cargo de promotor comercial. A média informada pelo Indeed fica em torno de R$ 2.419 por mês no Carrefour.
Assim, para quem trabalha diretamente com cartões, uma faixa próxima de R$ 2,3 mil a R$ 3,5 mil aparece nas oportunidades encontradas em 2026. O valor final depende da unidade, do cargo e da remuneração variável.
E na Havan?
Na Havan, a função pode se aproximar de cargos de vendas e atendimento comercial, já que a empresa trabalha com seu próprio cartão e produtos financeiros.
O Indeed aponta média de R$ 2.127 por mês para operador comercial na empresa. Para vendedor, o levantamento chega a R$ 2.797 mensais.
Além disso, um acordo coletivo registrado no Ministério do Trabalho estabeleceu piso de R$ 2.035 para empregados da Havan em uma base territorial do Rio Grande do Sul, para jornada de 220 horas mensais. Isso mostra como o valor pode variar conforme a região e a negociação coletiva.
Por isso, para uma profissional que atua com vendas e produtos financeiros, os dados disponíveis colocam a remuneração em uma faixa próxima de R$ 2,1 mil a R$ 2,8 mil, antes de considerar eventuais comissões e outros adicionais.
Quanto paga a Riachuelo?
Na Riachuelo, a profissional também pode acumular atendimento ao cliente com a oferta do cartão e de outros produtos financeiros.
Uma vaga de atendente de vendas publicada em 2026, por exemplo, descreve justamente atividades de venda de produtos financeiros e do cartão Riachuelo, além do cumprimento de metas.
Para vendedor, o Indeed registra média de R$ 2.120 por mês. Já o cargo de vendedor de loja aparece com média de R$ 1.899 mensais.
A plataforma também registra R$ 2.691 por mês para promotor de merchandising, embora essa função não seja necessariamente exclusiva para cartões.
Assim, uma referência para quem atua na área comercial da Riachuelo fica próxima de R$ 1,9 mil a R$ 2,1 mil, podendo aumentar conforme a função e a remuneração variável.
O salário pode aumentar com as metas?
Pode. Em funções de vendas, a remuneração nem sempre se limita ao salário-base.
A profissional que oferece cartões costuma trabalhar com metas de contratação e outros indicadores comerciais. Dependendo da vaga, podem existir comissões, premiações ou bônus.
Por isso, duas pessoas que exercem atividades parecidas podem receber valores diferentes no mesmo mês.
Além disso, benefícios como vale-alimentação, vale-refeição, plano de saúde, descontos e participação nos lucros também podem fazer parte do pacote oferecido pela empresa.
Afinal, qual paga mais?
Considerando os dados disponíveis em 2026, o Carrefour aparece com oportunidades de operação de cartão que podem chegar a R$ 3.500 mensais, enquanto Havan e Riachuelo apresentam referências próximas ou superiores a R$ 2 mil em funções comerciais equivalentes.
No entanto, não existe um salário único para “a moça que faz cartão”. O valor depende do cargo registrado na carteira, da cidade, da jornada, das metas e da política de cada unidade.
Por isso, os números servem como referência de mercado, e não como garantia de quanto cada profissional receberá.
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