
indenizado

Homem afirmou que havia viajado unicamente para aquele fim, mas acabou passando por vários transtornos
Decisão em segunda instância entendeu que dispensa foi motivada por ideologias políticas, violando o direito de liberdade acadêmica
Decisão foi emitida em instância, após instituição bancária não apresentar provas acerca da interrupção
Clientes chegaram com duas horas de antecedência no aeroporto para tentar resolver o problema, mas mesmo assim foram barrados
Passageiro teria comprado passagem de retorno de Belo Horizonte (MG), quando tudo aconteceu
Magistrado determinou que autor do processo pagasse os danos referente a colisão
Perícia indicou que vítima desenvolveu diversos problemas psíquicos, consequência direta da violência sofrida
Juiz alegou falta de fiscalização e omissão às condições trabalhistas por parte da empresa
Empresas responsáveis pela venda e operação da viagem foram condenadas a títulos de danos morais e materiais
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