O exemplo do jogador que perdeu o pai e três conselhos para levar para a vida

José Fernandes -
(Arquivo Pessoal)

Havia um time de adolescentes que formava a seleção de atletas que representava o colégio em um campeonato regional. Passado algumas rodadas, esse time perdeu todos os jogos e seguramente era o pior. Um dos jogadores recebe a informação de que seu pai, que morava em outra cidade, morrera. Coube ao treinador dar essa triste notícia.

Imediatamente o atleta viaja para acompanhar o velório do seu pai. Após uma semana do enterro, ele retorna ao seu colégio, ao seu time e participa do jogo seguinte. Mesmo seu time perdendo, o atleta corre e se esforça de uma maneira que impressiona seus colegas do time e a comissão técnica. O treinador aproxima e pergunta:

“Você foi ao velório do seu pai, há uma semana, e voltou mais motivado. Nunca te vi jogar assim! O que aconteceu?”.

O atleta responde:

“Meu pai está morto. Ele era cego, mas agora está no céu vendo eu jogar!!!”.

O garoto independente dos resultados dos jogos e de sua capacidade técnica, encontrou uma inspiração que o motivou a jogar com muito mais esforço e afinco. Essa estória pode ser aplicada a nós mesmos e em diversas áreas. Muitos estão fracassados na vida financeira, profissional, emocional, sentimental e familiar. Com ideias de suicídio, depressão, solidão e derrotas. Necessitando de inspirações e soluções para mudar de nível.

Escutei nessa semana mais de uma pessoa próxima a mim com essas queixas, e quis escrever esse artigo focado nesse assunto, sugerindo TRÊS gatilhos que poderão nos ajudar:

1. Tenha sensibilidade para se conectar às pessoas certas em ambientes certos;

2. Conviva com pessoas que tenham temperamento e habilidades diferentes de você;

3. Aproxime de pessoas que tenham princípios e valores semelhantes ao seu.

Aprendo cada dia mais dividindo com vocês, leitores, o que sinto e procuro aplicar em minha vida. Inclusive na política, com os políticos! Que encontremos nossas inspirações para servirmos e vivermos em paz com qualidade, tendo o pai cego aqui na terra ou enxergando lá do céu.

José Fernandes é médico (ortopedista e legista) e bacharel em direito. Atualmente vereador em Anápolis pelo PSB. Escreve todas às sextas-feiras. Siga-o no Instagram.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as visões do Portal 6.

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