Decola Anápolis! Vem pro lado certo!
Acabou o tempo das heranças ocultas e começa o tempo da execução plena, da coerência entre discurso e gestão, e da cobrança legítima por resultados
O ano eleitoral de 2026 começou. Até agora, não tinha escrito sobre política nesse ano. Chegou a hora de falar.
Durante uma viagem recente, relembrei os slogans das duas últimas campanhas do então candidato Márcio Corrêa. Mensagens simples, diretas, fáceis de compreender e difíceis de distorcer. Não eram sofisticadas, mas inteligentes. E, por isso mesmo, repetidas pelo povo.
Na primeira campanha, veio a derrota. O cenário era o da pandemia, com um prefeito fazendeiro reeleito que se apresentava como gestor experiente, exaltando feitos do primeiro mandato e amparado pelo controle total do orçamento municipal (receitas, despesas e dívidas sob sua própria gestão).
Na segunda campanha, venceu o “lado certo”. O contexto já era outro: pós-pandemia, com contas públicas maquiadas, informações incompletas na transição de governo e uma realidade fiscal que só se revelou plenamente quando o novo gestor assumiu. O resultado foi um município endividado, com atrasos, falta de insumos, unidades de saúde desabastecidas e uma série de outro desmantelos.
A pandemia foi devastadora. Mas o legado administrativo deixado por quem governava Anápolis naquele período também cobrou, e ainda cobra, um preço alto da cidade.
Em 2026, o cenário muda novamente. O atual prefeito inicia o segundo ano de mandato governando, pela primeira vez, com um orçamento planejado e elaborado por sua própria equipe. Aprovado pela Câmara Municipal.
Acabou o tempo das heranças ocultas e começa o tempo da execução plena, da coerência entre discurso e gestão, e da cobrança legítima por resultados. É aqui que se separa marketing de governo. E é exatamente aqui que Anápolis precisa avançar, no lado certo.
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