Pessoas que falam pouco e conseguem escutar mais demonstram estas 6 habilidades em comum, segundo a psicologia

Postura mais silenciosa e atenta revela estabilidade emocional, autocontrole e inteligência social, apontam estudos da psicologia

Gabriel Yure Gabriel Yuri Souto -
Pessoas que falam pouco e conseguem escutar mais demonstram estas 6 habilidades em comum, segundo a psicologia
Através da Minha Janela, filme da Netflix. (Foto: Divulgação)

Em um mundo marcado por excesso de estímulos e comunicação constante, saber ouvir se tornou uma habilidade rara. Ainda assim, segundo a psicologia, pessoas que falam pouco e escutam mais costumam apresentar maior estabilidade emocional.

Além disso, essa postura indica maturidade afetiva, autocontrole e segurança interna. Ao contrário do que muitos pensam, falar menos não significa falta de opinião. Pelo contrário, pode revelar competências emocionais altamente desenvolvidas.

A seguir, veja seis habilidades comuns entre quem domina a arte da escuta.

1- Autocontrole emocional

Primeiramente, quem fala pouco demonstra controle sobre os próprios impulsos. Em vez de reagir imediatamente, essas pessoas refletem antes de responder.

Consequentemente, evitam conflitos desnecessários e tomam decisões mais equilibradas. Essa capacidade está diretamente ligada à estabilidade emocional.

2- Inteligência emocional

A escuta ativa é um dos pilares da inteligência emocional. Pessoas que ouvem com atenção conseguem identificar nuances, emoções e intenções na fala do outro.

Dessa forma, constroem relações mais saudáveis e reduzem mal-entendidos. Além disso, tendem a agir com mais empatia em situações delicadas.

3- Capacidade de observação apurada

Quem fala menos geralmente observa mais. Isso significa perceber detalhes de comportamento, linguagem corporal e contexto social.

Assim, conseguem interpretar cenários com maior clareza. Essa habilidade favorece decisões mais conscientes e estratégicas.

4- Comunicação assertiva

Falar pouco não significa ausência de posicionamento. Pelo contrário, essas pessoas costumam se expressar de forma direta e objetiva quando necessário.

Como resultado, evitam discursos longos e pouco produtivos. Ao mesmo tempo, transmitem mensagens com clareza e firmeza.

5- Empatia e escuta ativa

A psicologia humanista destaca a escuta ativa como ferramenta essencial para fortalecer vínculos. Ouvir com presença genuína cria conexões mais profundas.

Portanto, pessoas que desenvolvem essa habilidade tendem a cultivar relações mais sólidas, tanto no ambiente pessoal quanto profissional.

6- Tomada de decisões mais racionais

Por fim, a postura reflexiva contribui para escolhas mais equilibradas. Ao analisar diferentes pontos de vista antes de falar, essas pessoas reduzem a impulsividade.

Além disso, preservam energia mental ao evitar discussões desnecessárias. Como consequência, mantêm maior clareza e organização dos pensamentos.

Falar pouco é o mesmo que ser introvertido?

Nem sempre. A psicologia diferencia introversão de estabilidade emocional. Uma pessoa pode ser extrovertida e, ainda assim, saber ouvir com atenção.

Portanto, falar menos pode ser uma escolha consciente baseada em segurança emocional. Trata-se de maturidade, e não de retraimento social.

Em resumo, desenvolver a capacidade de escutar mais pode trazer benefícios significativos para a saúde mental e para a qualidade dos relacionamentos.

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Gabriel Yure

Gabriel Yuri Souto

Redator e gestor de tráfego. Especialista em SEO.

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