Liderança não é cargo. É valorizar o diálogo
Anápolis não precisa de unanimidade artificial nem de discursos confortáveis. Precisa de decisões responsáveis, diálogo verdadeiro e resultado concreto

Esta semana assumi a liderança do prefeito Márcio Corrêa na Câmara Municipal de Anápolis. E já começo dizendo algo óbvio, mas nem sempre praticado: liderança não é cargo, é postura.
Aprendi há algum tempo e tenho convicção de que um líder de verdade se constrói com quatro H.
O primeiro é HUMILDADE para ouvir, porque ninguém governa bem achando que sabe tudo.
O segundo é HUMOR para aproximar. Política feita só de tensão afasta pessoas e boas idéias.
O terceiro é HONESTIDADE para gerar confiança. Sem isso, nenhum diálogo se sustenta.
E o quarto é HABILIDADE para entregar resultado, porque discurso sem entrega vira frustração.
O debate sobre o reajuste dos servidores públicos foi o primeiro assunto do nosso primeiro dia na liderança, e passa exatamente por aí. Servidor não é número em planilha; é quem faz a cidade funcionar.
Ao mesmo tempo, reajuste precisa ser responsável, caber no orçamento e ser verdadeiro, sem promessas fáceis que explodem lá na frente. E o prefeito foi muito transparente na mesa com todos.
Como líder, meu papel não é blindar decisões, é melhorá-las. Quando for bom para a cidade, terá defesa. Quando precisar de ajuste, vou dialogar com o Executivo e buscar solução. Também entendo que liderança não é submissão. É compromisso com a realidade.
Anápolis não precisa de unanimidade artificial nem de discursos confortáveis. Precisa de decisões responsáveis, diálogo verdadeiro e resultado concreto. Liderar, para mim, é isso: ouvir, decidir e entregar. Todo o resto é encenação. É isso.
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