A cidade brasileira conhecida como “Vale do Silício brasileiro” é uma das melhores em qualidade de vida e se tornou um dos maiores polos de tecnologia e pesquisa
Município combina estrutura de metrópole, áreas de lazer e força tecnológica com indicadores de qualidade de vida acima da média nacional

Quem procura a estrutura de uma grande cidade sem precisar morar em uma capital encontra no interior de São Paulo um município que reúne história, universidades, tecnologia e opções de lazer.
E os números mais recentes ajudam a mostrar por que ele ganhou destaque nacional. A cidade é Campinas, que alcançou 70 pontos no Índice de Progresso Social (IPS) Brasil 2026, enquanto a média brasileira ficou em 63,40.
Entre os municípios com mais de 500 mil habitantes que não são capitais, ficou na segunda posição em qualidade de vida. No ranking geral, ocupou o 31º lugar entre os 5.570 municípios avaliados.
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Campinas também impressiona pelo tamanho. O IBGE estima 1.187.974 habitantes em 2025, distribuídos por uma área territorial de aproximadamente 794,57 km².
A trajetória do município começou muito antes de ele se transformar em um dos principais centros urbanos paulistas. A região cresceu nas proximidades da antiga Estrada dos Goiases, onde pousos atendiam tropeiros.
Em 14 de julho de 1774, foi criada a Freguesia de Nossa Senhora da Conceição das Campinas do Mato Grosso, data considerada a fundação oficial da cidade.
Depois, ciclos econômicos ligados à cana-de-açúcar e ao café ajudaram a acelerar a expansão. Campinas tornou-se Vila de São Carlos em 1797 e recebeu o nome atual ao alcançar a condição de cidade, em 1842.
Hoje, parte desse protagonismo está ligada à ciência e à inovação. A presença da Unicamp e de estruturas voltadas a empresas, startups e laboratórios de pesquisa reforça a posição de Campinas como polo tecnológico.
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