Se Trump morrer, quem assume a presidência dos EUA?

Constituição americana define que o vice assume imediatamente em caso de morte, renúncia ou afastamento do presidente

Isabella Valverde Isabella Valverde -
Se Trump morrer, quem assume a presidência dos EUA?
J.D. Vance, vice-presidente dos EUA. (Foto: Divulgação/Facebook)

A Constituição norte-americana prevê uma linha de sucessão clara para garantir a estabilidade do país em caso de morte, renúncia ou afastamento do presidente em exercício.

No atual mandato, isso significa que, se algo acontecer a Donald Trump, o vice-presidente J.D. Vance assume imediatamente a presidência e segue no cargo até o fim do período, previsto para 2029.

Donald Trump, ex-presidente dos EUA (Foto: Reprodução/ Instagram)

Linha de sucessão

Depois do vice-presidente, a ordem segue com o presidente da Câmara dos Representantes, atualmente o republicano Mike Johnson, e, em seguida, o presidente pro tempore do Senado. Se necessário, ministros de Estado também entram na lista, começando pelo secretário de Estado.

Exemplos históricos

Essa regra já foi aplicada em momentos marcantes da história americana:

Em 1963, após o assassinato de John F. Kennedy, o vice Lyndon B. Johnson se tornou presidente.

Em 1974, com a renúncia de Richard Nixon no escândalo Watergate, o vice Gerald Ford assumiu.

Por que isso importa

A sucessão presidencial é um dos pilares da democracia dos Estados Unidos. Ela garante que, mesmo em meio a crises ou tragédias, não haja vácuo de poder e o governo continue funcionando.

No caso atual, a atenção recai sobre J.D. Vance, vice de Trump. Jovem, conservador e visto como possível sucessor político, ele teria em mãos o desafio de conduzir o país caso precisasse assumir a presidência de forma inesperada.

Isabella Valverde

Isabella Valverde

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás, com passagens por veículos como a TV Anhanguera, afiliada da TV Globo no estado. É editora do Portal 6 e especialista em SEO e mídias sociais, atuando na integração entre jornalismo de qualidade e estratégias digitais para ampliar o alcance e o engajamento das notícias.

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