Especialistas em compras concordam: “Ir ao supermercado com uma lista ainda é a melhor maneira de gastar menos”

Planejamento simples antes de sair de casa pode mudar a relação com o carrinho e evitar surpresas na hora de pagar

Layne Brito Layne Brito -
Especialistas em compras concordam
(Foto: Reprodução/Agência Brasil)

Entrar no supermercado apenas para comprar alguns itens e sair com o carrinho cheio é uma situação comum. Promoções chamativas, produtos posicionados em locais estratégicos e decisões tomadas no impulso podem aumentar a conta sem que o consumidor perceba.

Por isso, um hábito antigo continua sendo apontado como uma das formas mais eficientes de controlar os gastos: preparar uma lista antes de sair de casa.

Além de ajudar a lembrar o que realmente está faltando, a anotação cria um roteiro para a compra.

Dessa forma, o consumidor fica menos vulnerável a ofertas que parecem vantajosas, mas não estavam previstas no orçamento.

Planejamento começa em casa

Antes de montar a lista, é importante verificar a geladeira, o freezer e os armários.

Essa conferência evita a compra de produtos que ainda estão disponíveis e reduz o risco de desperdício.

Planejar as refeições dos próximos dias também pode facilitar o processo.

Assim, a pessoa consegue calcular melhor as quantidades necessárias e evita levar alimentos que podem estragar antes de serem consumidos.

Outra recomendação é organizar os itens por categorias, como frutas, produtos de limpeza, carnes e alimentos básicos.

Isso torna a passagem pelo supermercado mais rápida e reduz o tempo de exposição às tentações.

Lista não funciona sozinha

Apesar de ser uma ferramenta importante, a lista não garante economia quando o consumidor acrescenta vários produtos ao carrinho durante a compra.

Por isso, também é recomendado definir previamente um limite de gastos.

Acompanhar os valores enquanto coloca os produtos no carrinho ajuda a evitar surpresas no caixa.

Comparar o preço por quilo, litro ou unidade é outro cuidado importante.

Embalagens maiores nem sempre são mais econômicas, e promoções só representam vantagem quando o produto realmente será utilizado.

Também vale evitar compras feitas com fome, já que o desconforto pode estimular escolhas impulsivas, principalmente de alimentos prontos, doces e salgadinhos.

No fim, a economia no supermercado não depende apenas dos preços encontrados nas prateleiras.

Ela começa com organização, planejamento e disposição para seguir aquilo que foi definido antes de sair de casa.

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Layne Brito

Layne Brito

Estudante de jornalismo na Universidade Evangélica de Goiás (UniEVANGÉLICA) e engenheira agrônoma, curiosa e sempre em busca de aprender, observar e contar histórias.

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