
juri

Ambos estão detidos preventivamente desde o dia do crime e chegam ao banco dos réus após a Justiça rejeitar recursos apresentados pela defesa

Defesa do réu tentou argumentar que não havia provas suficientes para a condenação e pediu a absolvição, mas tese foi rejeitada pelos jurados

Defesa sustentou que a reação ocorreu diante da situação envolvendo a filha e que não houve dolo de matar

Ela afirma que os advogados apresentaram "slides falsos" e "uma história inventada" para reforçar a tese de legítima defesa

Vítima, à época com 65 anos,não tinha nenhum desafeto com o assassino e nem sequer era o alvo do disparo

Apesar de não restarem dúvidas quanto a autoria do crime, condição psicológica da autora do crime a torna inimputável
Conforme o MP, o fisiculturista teria levado a vítima ao hospital dizendo que ela havia sofrido um acidente doméstico
Juri irá decidir a pena do homem, que estava embriagado no momento da tragédia
Suspeito teria chegado de surpresa no trabalho da vítima e efetuado diversos disparos
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