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Caiado se manifesta sobre episódio entre policiais do Giro e advogado

Fala do governador ocorreu logo após a apresentação do planejamento de retorno das aulas presenciais na rede estadual

Da Redação Da Redação -
(Foto: Divulgação/Secom)

Durante uma entrevista coletiva na manhã desta quinta-feira (22), o governador Ronaldo Caiado (DEM) se pronunciou sobre o caso que repercutiu fortemente nas redes sociais de um advogado que foi gravado levando socos de um policial militar, em Goiânia.

O chefe do Executivo Estadual afirmou não ter dúvidas de que houve um excesso na abordagem dos agentes do Grupamento de Intervenção Rápida Ostensiva (Giro) e que ações como essas não serão toleradas.

“Todo procedimento tem um protocolo. Nós não aceitaremos nada que extrapole os protocolos que são bem definidos pela nossa Polícia Militar e Polícia Civil. Nós não admitimos e a PM já tomou as providências necessárias pra abrir averiguação sobre aquele caso especifico”, disse.

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“A Polícia Militar de Goiás é reconhecida como referência nacional e esses excessos não serão admitidos de maneira alguma. Nem pelo governador, nem pelo comando da Polícia Militar e nem pelo secretário de Segurança Pública”, garantiu.

A fala de Caiado ocorreu logo após um compromisso, onde apresentou o planejamento de retorno das aulas presenciais na rede estadual, previsto para o próximo mês de agosto.

O caso

Na quarta (21), foram vários os veículos de comunicação de Goiás que divulgaram imagens feitas por populares do momento em que o advogado Orcelio Ferreira Silverio Junior, de 32 anos, aparece apanhando de um policial.

O profissional de direito, na ocasião, alegou que tentava defender um “flanelinha” de uma abordagem, nas proximidades do Terminal da Praça da Bíblia.

No boletim de ocorrências registrado, segundo o G1, os agentes do Giro relataram que atendiam o caso de um morador de rua que estaria “ameaçando e coagindo” donos de veículos estacionados quando o advogado teria se aproximado para filmar a ação.

Os policiais também sustentam que Orcelio teria “alterado o tom de voz”, apontado o dedo no rosto de um dos agentes e, ao receber voz de prisão por desobediência, “partido para a agressão física”.

Em nota, a Polícia Militar disse ter instaurado um procedimento administrativo disciplinar para investigar os fatos e, enquanto isso, determinou que o agente envolvido seja afastado das atividades operacionais.

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