Auxílio emergencial: quem precisa devolver o benefício neste mês
Cobrança vale apenas para quem foi notificado e precisa ser resolvida até 11 de janeiro para evitar restrições no CPF
Encerrado há anos, o Auxílio Emergencial voltou a preocupar milhares de brasileiros em 2026. O motivo é a retomada das cobranças feitas pelo Governo Federal a pessoas que, após revisões detalhadas, foram consideradas fora dos critérios exigidos na época do pagamento do benefício criado durante a pandemia.
A movimentação tem prazo definido: até 11 de janeiro de 2026. Quem recebeu notificação oficial precisa agir rapidamente para evitar transtornos que podem ir além da cobrança financeira, atingindo diretamente o CPF, o acesso a crédito e até a participação em outros programas sociais.
A devolução, no entanto, não é obrigatória para todos que receberam o auxílio. A exigência vale somente para quem foi formalmente comunicado pelos canais oficiais do governo.
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Essas notificações são resultado de cruzamentos de dados realizados posteriormente, que identificaram situações incompatíveis com as regras do programa.
Entre os principais casos que levam à cobrança estão beneficiários que tinham renda superior ao limite permitido, acumularam o Auxílio Emergencial com aposentadoria, pensão ou outros benefícios, ou apresentaram inconsistências cadastrais no CPF ou no Cadastro Único.
Em muitos casos, as falhas só foram detectadas após atualizações e auditorias nas bases de dados públicas.
A verificação deve ser feita exclusivamente nos sistemas oficiais, mediante acesso com CPF e informações pessoais. Caso exista pendência, o próprio sistema informa o valor a ser devolvido e apresenta as opções disponíveis.
Mesmo quem acredita estar regular é orientado a consultar, já que a ausência de notificação não impede futuras atualizações cadastrais.
Se houver débito confirmado, o pagamento é feito por meio de um Documento de Arrecadação (DARF), gerado pelo sistema, com quitação em parcela única.
O valor pode ser pago por bancos, lotéricas ou aplicativos financeiros. Após o pagamento, a regularização do CPF costuma ocorrer em até 15 dias úteis.
Ignorar a notificação pode resultar em consequências mais graves, como inscrição na Dívida Ativa da União, restrições cadastrais e bloqueios para acesso a benefícios sociais.
Já quem identificar erro na cobrança pode apresentar contestação, anexando documentos pelos canais oficiais ou buscando orientação em centros de assistência social.
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